Cobertura da ONU News sobre a Covid-19
O surto foi notificado, primeiramente, em Wuhan, na China, em 31 de dezembro de 2019.

Esta seção traz informações e diretrizes sobre a Organização Mundial da Saúde e as Nações Unidas a respeito da nova cepa do coronavírus (2019-nCoV), registrada em Wuhan, em dezembro.  Acesse aqui para atualizações diárias. A OMS está atuando de perto com especialistas, governos e parceiros para levar conhecimento científico e informações ao maior número de pessoas. A agência também quer rastrear a disseminação e a virulência da Covid-19 para fornecer aconselhamento aos países e indivíduos sobre as medidas a tomar na proteção da saúde e na prevenção do vírus.

Quarentena no Iraque aumenta risco de violência doméstica
BR

Representante do Escritório da ONU de Direitos Humanos no país, Danielle Bell, diz que muitas vítimas deixaram de denunciar agressões desde o início das medidas contra pandemia.

Covid-19: aumento de casos nas Américas, apoio da Unesco no Brasil e homenagem no Timor-Leste

Neste Destaque ONU News apresentado por Ana Paula Loureiro, aumento de casos de covid-19 nas Américas preocupa; Unesco no Brasil se une a projetos de apoio às comunidades afetadas pela pandemia; e para encerrar, a homenagem aos profissionais de saúde da linha de frente no Timor-Leste.

OMS diz que pessoas estão vivendo mais tempo e com mais saúde, mas covid-19 coloca ganhos em risco
BR

Agência da ONU publicou relatório anual Estatísticas Mundiais da Saúde; maiores ganhos aconteceram em países de baixa renda, onde expectativa de vida aumentou mais de 20% desde o ano 2000; pandemia deve atrasar cumprimento de ODSs. 

Usuários de tabaco correm mais riscos com novo coronavírus, diz OMS
BR

Produto mata 8 milhões de pessoas por ano no mundo; mais de 7 milhões são consumidores diretos, o resto dos óbitos é de fumantes passivos.

Rápido alastramento da covid-19 nas Américas preocupa Opas
BR

Nas últimas três semanas, infecções se aproximaram ao número total de um trimestre; economia regional terá retração de 5,3%; contração histórica será pior que da Grande Depressão.