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Ômicron “mostra como situação é perigosa e precária”, diz chefe da OMS
BR

Tedros Ghebreyesus abriu sesssão especial da Assembleia Mundial da Saúde defendendo um novo acordo sobre pandemias; agência da ONU avalia que grande número de mutações cria um risco alto da variante se espalhar pelo mundo.  

Sugestão de Editores

Reportagens

Segundo as Nações Unidas, cerca de 80% dos guineenses são agricultores de subsistência
FAO Guiné-Bissau / Natalia da Luz
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Em parceria com FAO, Guiné-Bissau intensifica ações contra alterações do clima
BR

Clima e Meio AmbienteProjeto em ilha da Guiné-Bissau disponibiliza água para consumo e utilização na agricultura; nação de língua portuguesa no oeste da África integra grupo de Pequenos Estados-Ilha em Desenvolvimento.

Galeria de Fotos

Exposição fotográfica “Em suas mãos: Mulheres tomando posse da paz” no Brooklyn Bridge Park, em Nova Iorque
ONU/Gaelle Sundelin

Em suas mãos: Mulheres tomando posse da paz

A exposição mostra o perfil de 14 mulheres que participaram em negociações de paz e defenderam os direitos e a participação feminina. A ONU fez parceria com fotógrafas locais, que documentam histórias de mulheres que lutam para construir paz em suas comunidades. A exposição ficará disponível até 1º de dezembro no Brooklyn Bridge Park. Em seguida, ela viajará para várias missões de paz da ONU na África antes de retornar a Nova Iorque para o Dia Internacional da Mulher em 8 de março de 2022.

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Um adolescente reencontra a família, na Guatemala, após ser deportado dos Estados Unidos
© Unicef/Rodrigo Mussapp

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Migrantes e refugiados Em relatório, agências internacionais citam crises climáticas, insegurança alimentar, violência e pobreza como motivo para movimento em média de 378 mil centro-americanos para os Estados Unidos, nos últimos cinco anos.

Duas em cada três escolas nas regiões noroeste e sudoeste permanecem fechadas no país, privando 700 mil alunos de educação
Ocha/Giles Clarke

ONU condena ataques em escolas na Somália e em Camarões
BR

Paz e segurança Bombardeios deixaram dezenas de mortos e feridos nos dois países; representantes das Nações Unidas reforçam que episódios são violações dos direitos humanos; Camarões sofre com o agravamento dos ataques desde 2017; 700 mil estudantes estão sem acesso à educação.