Enfraquecidos pela fome, centenas de refugiados e migrantes venezuelanos atravessam os Andes todos os dias em busca de segurança na Colômbia e além; agência da ONU descreve como eles andam sem parar, na esperança de encontrar ajuda.*
Secretário-geral quer que líderes políticos rejeitem de forma clara e aberta atos violentos; pelo menos cinco pessoas foram mortas e dezenas ficaram presas em Joanesburgo, segundo agências de notícias.
Acnur revela que 60% de menores refugiados frequentam a escola primária; taxas de matrícula são o principal obstáculo para baixo índice de matrículas do grupo no ensino secundário; agência quer promover construção e reforma de escolas.
Cerca de 40 pessoas teriam morrido afogadas e outras 60 sobreviveram no mais recente incidente na costa da Líbia; número de mortes na travessia ao Mediterrâneo em 2019 ultrapassa 900.
Desde a chegada dos refugiados rohingya ao Bangladesh, foram feitas melhorias na nutrição, abrigo, saneamento, assistência médica e registro destas pessoas, mas ainda existem desafios.
Cerca de 8,5 mil refugiados deixaram o assentamento de Lóvua na província da Lunda Norte; Agência da ONU para Refugiados e governos nacionais estão acompanhando o movimento e prestando assistência.
Filippo Grandi disse que impacto de refugiados e migrantes da Venezuela sobre comunidades anfitriãs tem sido avassalador em estados como Roraima e Amazonas; mais de 180 mil venezuelanos recebem abrigo em território brasileiro.
Para o alto comissário da ONU, Governo do Brasil deve exercer liderança regional em melhores respostas para acolher migrantes e refugiados da Venezuela; em Boa Vista, Filippo Grandi pediu maior inclusão de venezuelanos dos grupos mais vulneráveis.
OIM aponta que marca é atingida pela primeira vez em seis anos; crise na Venezuela é um dos fatores que levou ao aumento de fatalidades; principais causas incluem afogamento no mar, acidentes rodoviários e ferroviários.
Dois anos após êxodo em massa de Mianmar, aprendizado de qualidade e habilidades para a vida são cruciais para mais de 500 mil crianças abrigadas em Bangladesh; agência da ONU aponta que são necessários mais 640 centros de aprendizado.