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Brasil concorre à reeleição para Conselho de Direitos Humanos da ONU BR

Sessão especial do Conselho de Direitos Humanos sobre a deterioração da situação dos direitos humanos no território palestino ocupado, incluindo Jerusalém Oriental, realizada no Escritório das Nações Unidas em Genebra.
Foto ONU/ Elma Okic Brasil concorre com Venezuela e Costa Rica pelas duas vagas disponíveis no Conselho de Segurança da ONU.

Brasil concorre à reeleição para Conselho de Direitos Humanos da ONU

Assuntos da ONU

Assembleia Geral elege esta quinta-feira 14 novos membros do órgão; Brasil é único país lusófono  na disputa e concorre junto com Costa Rica e Venezuela para a  América Latina e Caribe; região tem duas vagas disponíveis.

Esta quinta-feira, a Assembleia Geral da ONU elege 14 novos membros do Conselho de Direitos Humanos. O Brasil é um dos países candidatos e disputa a reeleição.

O país concorre para a região da América Latina e Caribe, que tem duas vagas disponíveis. Costa Rica e Venezuela também são candidatas para esta região.

Votação

Sua Excelência a Sra. Damares Regina Alves, Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos do Brasil, discursando em um pódio com a bandeira da ONU ao fundo.
Ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, discursa no Conselho de Direitos Humanos da ONU. 

Na sua candidatura, cada país submeteu uma série de promessas e compromissos.

O Conselho de Direitos Humanos tem 47 países integrantes, eleitos pela maioria dos Estados-membros da Assembleia Geral por votação direta e secreta.

Segundo as Nações Unidas, a Assembleia Geral “leva em consideração a contribuição dos Estados à promoção e proteção dos direitos humanos, bem como suas promessas e compromissos voluntários a esse respeito.”

O mandato começa no dia 1º. de janeiro de 2020 e tem a duração de três anos. Cada país pode ser eleito por apenas dois mandatos consecutivos.

Vista panorâmica da Vigésima Sétima Sessão do Conselho de Direitos Humanos, com delegados sentados em uma grande mesa curva e um proeminente mural circular no teto.
Foto ONU/Jean-Marc Ferre Estudo apresentado ao Conselho de Direitos Humanos pretende impulsionar a dinâmica no combate ao racismo

Angola e Brasil

Neste momento, dois países de língua portuguesa têm assento no órgão. O mandato de Angola expira em 2020 e o Brasil fecha este ano o biénio no Conselho.

Os membros do Conselho são distribuídos segundo distribuição geográfica.

Os países africanos preenchem 13 assentos, os da Ásia-Pacífico 13 assentos e os da América Latina e Caribe oito lugares. A Europa Ocidental e outros Estados têm direitos a sete lugares e, por fim, os Estados da Europa Oriental têm direito a seis.

O Conselho tem um presidente e cinco vice-presidentes, um por cada grupo regional. Cada membro da direção tem um mandato de um ano.