Iémen vive “crises absolutas imediatas” na nutrição e serviços saúde

6 outubro 2016

Chefe Humanitário da ONU pede que tudo seja feito para proteger vítimas civis do conflito; Stephen O’Brien  terminou na Arábia Saudita a digressão que incluiu o Djibuti e o Iémen.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque. 

O subsecretário-geral das Nações Unidas para Assistência Humanitária disse que desequilíbrios na malnutrição e nos serviços de saúde formam as “duas crises absolutas imediatas” que devem ser respondidas no Iémen.

Falando a jornalistas na capital saudita, Riade, Stephen O’Brien pediu que tudo seja feito para proteger os civis do país. A visita ocorreu na sequência de encontros anteriores no Djibuti e no Iémen ocorridos desde o fim de semana.

Próxima Refeição

O responsável disse que em termos de malnutrição, e segundo provas factuais recolhidas, cerca de 14 milhões dos 28 milhões de pessoas sofrem de alguma forma de insegurança alimentar no país. Destas, 7 milhões não sabem de onde virá a próxima refeição.

Ele mencionou ainda muitos casos de malnutrição severa e grave. Um dos exemplos foi em Al Hudaydah, onde há muitos que chamou bebés por aparentarem ter até dois anos, mas que na verdade tinham seis ou sete e recebiam tratamento de malnutrição.

Alívio

Na capital saudita, O’Brien discutiu a situação iemenita com funcionários governamentais e com organismos responsáveis pelo socorro, que incluem o Conselho de Cooperação do Golfo.

O sebsecretário-geral destacou ainda a piora da situação humanitária e a necessidade de garantir a proteção de civis no país com o agravamento das hostilidades.

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