Portal em português ajuda viajantes e migrantes a conhecer restrições para conter pandemia
BR

12 julho 2021

Lançado pela Organização Internacional para Migrações, site foca na América do Sul; informações abordam regras nas fronteiras e nos países sobre obrigatoriedade de quarentena ou de testes de Covid-19 para migrantes e viajantes. 

Migrantes e viajantes já podem consultar o Portal Aberto da América do Sul, com informações atualizadas sobre restrições de movimento e de medidas restritivas implementadas pelos países da região devido à Covid-19.

A iniciativa da Organização Internacional para Migrações, OIM, está disponível em português, inglês e espanhol. No site, são partilhadas as regras oficiais de cada país sul-americano sobre restrições nas fronteiras e obrigatoriedade de se fazer quarentena ou apresentar testes negativos de Covid-19 na entrada às nações da região.

OIM destaca que o portal também traz informações sobre locais importantes para turistas e migrantes
Banco Mundial/Arne Hoel
OIM destaca que o portal também traz informações sobre locais importantes para turistas e migrantes

Mapa Interativo

A OIM destaca que o portal também traz informações sobre locais importantes para turistas e migrantes, como consulados, centros de saúde, aeroportos, fronteiras e portos. É possível navegar por meio de um mapa interativo. 

A plataforma da agência da ONU é acessível para pessoas vulneráveis que correm mais risco de receber informações erradas sobre processos de migração. Segundo a OIM, a América do Sul tem sido uma das regiões mais impactadas pela pandemia de Covid-19. 

Refugiados e migrantes Warao, da Venezuela, em Manaus, no Brasil
© UNHCR/Felipe Irnaldo
Refugiados e migrantes Warao, da Venezuela, em Manaus, no Brasil

Brasil 

Já foram registrados quase 33,5 milhões de casos de Covid nos países da área, o que representa 89% do total de casos da América Latina e 18% das infecções no mundo. 

A OIM destaca o Brasil, que tem o maior número de casos acumulados e a segunda maior taxa global de mortes por Covid-19: quase 530 mil. A agência acredita que fornecer acesso a uma base de dados atualizada é “essencial, principalmente devido às mudanças nos fluxos migratórios desde o início da pandemia”. 
 

 

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