Clip: Angola e reforma do Conselho de Segurança

1 outubro 2015

O ministro angolano das Relações Exteriores, Georges Chicoti, disse que a reforma do Conselho de Segurança não pode ser feita somente pelos considerados "países mais poderosos do mundo".

Em declarações à Rádio ONU, em Nova Iorque, o chefe da diplomacia angolana defendeu uma maior presença de África no órgão. Na sua opinião, as crises seriam melhor resolvidas "se a verdade fosse melhor transmitida".

Até 2016, Angola faz parte dos 15 Estados-membros do Conselho. Trata-se da segunda presença do país após ter feito parte no grupo em 2003.

O vice-presidente angolano chefiou a comitiva que participou na Cimeira Desenvolvimento Sustentável e no Debate da Assembleia Geral, que termina este sábado.

Chicoti disse que o regresso dos representantes a Luanda é marcado por um sentimento de que é preciso mais trabalho e coordenação internacional para  combater o terrorismo. O ministro disse que é preciso "saber de onde vem, quem o financia e quem se beneficia" das ações.

O entrevistado declarou ainda que é necessário que continuem os engajamentos dos países com vista à redução do carbono atmosférico "para que o mundo saia mais fortalecido".

Acompanhe a conversa a Eleutério Guevane.

Duração: 2'45".

 

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