Soldades de paz do Brasil em cartaz da campanha da ONU.
Agradeço aos países que contribuem com tropas e policias pela sua generosidade. E presto homenagem a todo o pessoal que deu as suas vidas na linha da frente.

secretário-geral da ONU, António Guterres. 

Desde 1948, mais de 1 milhão de mulheres e homens serviram como forças de paz da ONU.

Tropas de paz brasileiras no Líbano assistem a uma partida de futebol da Copa do Mundo de 2014., by UN/DPKO

No 70º aniversário destas missões, a ONU homenageia estes homens e mulheres, dando destaque a vários países com a campanha global “Serviço e Sacrifício”.  Em junho, foi a vez do Brasil.

O país tem uma longa história de contribuição com as operações de paz da ONU. Suas tropas estão presentes em 10 missões das Nações Unidas globalmente, em localidades como Darfur, no Sudão, Chipre, Líbano, Angola e, até 2017, Haiti.

Neste momento, a Missão da ONU no Líbano, Unifil, é a que recebe mais militares brasileiros, com 219 homens e mulheres. 

Nesta página, pode encontrar matérias com as personagens e momentos que marcam esta história.

Os primeiros capacetes-azuis brasileiros foram mobilizados em 1956 em uma das primeiras missões da ONU sob a Força de Emergência das Nações Unidas, com o objetivo de abordar a Crise de Suez, uma crise política que teve início quando Israel declarou guerra ao Egito.

Ao longo de 70 anos, mais de 3,5  mil soldados da paz morreram em serviço. Um total de 42 boinas-azuis brasileiros morreram desta forma, incluindo 27 no Haiti.

Neste link, pode encontrar a história desta participação numa foto galeria feita pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil, Unic Rio.

Na linha da frente - boina-azul brasileira mostra imagens de interação com meninos no Sudão do Sul.

Na Missão da ONU no Sudão do Sul, Unmiss, existem 10 brasileiros. A major Fernanda Santos é uma dos seis agentes da polícia do Brasil, país que também contribui com   cinco especialistas e cinco funcionários da operação de paz.  

Fernanda Santos ajuda a patrulhar as ruas da capital Juba como parte do mandato da Unmiss. Neste vídeo, ela interage com meninos da nação mais jovem do mundo. 

General brasileiro comanda missão de paz da ONU na RD Congo

Em abril de 2018, o secretário-geral da ONU, António Guterres, nomeou o general brasileiro Elias Rodrigues Martins Filho como novo comandante da Missão de Paz das Nações Unidas na República Democrática do Congo, Monusco.

O general atualmente ocupa a chefia do Escritório das Organizações Internacionais do Ministério da Defesa.  Ele tem mais de 35 anos de experiência nas Forças Armadas e já serviu nas Nações Unidas em Nova Iorque.

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O último soldado a deixar o Haiti: General Ajax Porto Pinheiro

O general brasileiro Ajax Porto Pinheiro comandou forças de paz de 19 países que integraram a Missão das Nações Unidas no Haiti, Minustah. A sua primeira experiência no país foi como chefe militar logo após o furacão de 2010.

O militar foi o último soldado internacional a deixar o país caribenho e destaca o bom relacionamento com os haitianos. Para ele, sair do Haiti em outubro será “na hora certa em que o país está pronto para caminhar com as próprias pernas”.

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Dia Internacional dos Boinas-Azuis

Este #DestaqueONUNewsEspecial, traz a experiência de boinas-azuis em várias missões de paz da ONU.

Em 2018, o secretário-geral António Guterres esteve no Mali para prestar solidariedade às forças de paz no país.

O Dia Internacional dos Boinas-Azuis é marcado a 29 de maio.

Brasileiro em “missão de grandeza” nas forças de paz no Sudão do Sul

Coronel Jean Torres serve na Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul, que considera uma “oportunidade de crescimento pessoal e profissional”. 

O oficial destaca o seu orgulho juntamente com os colegas do mundo por promover a paz em solo do mais novo país do mundo. O Dia dos Boinas-Azuis é celebrado a 29 de maio.

 

Construção de poços artesianos em Pilate, no Haiti

Em 2016, cerca de 40 mil pessoas que viviam no norte do Haiti presenciaram a construção de um poço artesiano, localizado perto do hospital e da escola do bairro.

O vilarejo se chama Pilate e fica nas montanhas haitianas. São 220 km da capital Porto Príncipe, mas a viagem para chegar pode durar até 10 horas por causa do estado das estradas.

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