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Boinas-azuis lusófonos em ação

Andréia Firmo Minurso, do Exército Brasileiro, cumprimenta um colega com um aperto de mãos em um acampamento de manutenção da paz da ONU na África.
Minurso ONU News destaca alguns dos lusófonos que fazem parte de tropas da paz e fizeram a diferença em suas missões.

Boinas-azuis lusófonos em ação

Paz e segurança

Conheça perfis de cidadãos do Brasil e de Portugal que integram operações de paz. Esta quarta-feira, 29 de maio, marca o Dia Internacional dos Boinas-azuis; lema deste ano é “Protegendo Civis, Protegendo a Paz”.

Neste Dia Internacional dos Boinas-azuis, a ONU News destaca alguns dos lusófonos que fazem parte de tropas da paz e fizeram a diferença em suas missões. De acordo com a ONU, atualmente, mais de 90% das forças de manutenção da paz atuam em oito operações de paz, em Abyei e Darfur no Sudão, na República Centro-Africana, na República Democrática do Congo, no Haiti, no Líbano, no Mali e no Sudão do Sul, com mandatos de proteger civis.

Criada em 2014, a Missão da ONU na República Centro-Africana, Minusca, tem cerca de 15 mil soldados da paz e funcionários. Neste momento, existem cerca de 160 militares portugueses e observadores brasileiros.

A ONU News conversou com o vice-comandante da força militar na operação de paz, o português Marco António Serronha:

 

 

A capitão de corveta brasileira Márcia Andrade Braga é foi a vencedora do Prêmio de Defensora Militar do Gênero das Nações Unidas. A boina-azul serve na Missão da ONU na República Centro-Africana, Minusca, desde 2018. Falando na sala da Assembleia Geral, em Nova Iorque, a brasileira afirmou que as mulheres devem ser enviadas sobretudo para “cargos na linha de frente, envolvendo-se com a população local e encontrando-se com líderes mulheres.” 

 

A luso-brasileira Sílvia Carvalho está na mais nova missão criada nas Nações Unidas, no Iêmen, país que é hoje considerado um dos que enfrenta a maior crise humanitária do mundo. Em entrevista à ONU News, a luso-brasileira explica sua atuação na área da logística da Missão de Verificação, em Hodeida:

 

A tenente-coronel do Exército Andréa Firmo tinha 18 anos quando começou a trabalhar como professora de inglês no Brasil. Aos 27 anos, ela iniciou sua carreira no Exército Brasileiro. Nascida no Rio de Janeiro, e com três filhos, ela conseguiu se tornar a primeira brasileira a trabalhar como observadora das Nações Unidas, e também, a primeira comandante de uma base da força de paz da ONU no Saara Ocidental.