ONU faz um minuto de silêncio para as vítimas na Noruega

25 julho 2011

Acto solene ocorreu na abertura do encontro de Alto Nível sobre Juventude; agências noticiosas apontam que tribunal norueguês ouviu, esta segunda-feira, o  homem que confessou os ataques que mataram 93.

[caption id="attachment_202126" align="alignleft" width="350" caption="Assembleia Geral faz minuto de silêncio para vítimas norueguesas"]

Eleutério Guevane, da Rádio ONU, em Nova Iorque.

As Nações Unidas fizeram, esta segunda-feira, um minuto de silêncio em honra das 93 vítimas dos ataques na Noruega.

O momento marcou a abertura do Encontro de Alto Nível sobre Juventude, com a presença do Secretário-Geral, Ban Ki-moon, e o presidente da Assembleia Geral Joseph Deiss, que se pronunciaram sobre os actos.

Ban condenou “nos termos mais fortes os ataques” e disse ter mantido uma conversa telefónica com o primeiro-ministro norueguês Jens Stoltenberg, na qual expressou ter ficado “sensibilizado com a mensagem onde este sublinha os valores da tolerância, respeito e compromisso com a cooperação internacional.”

Primeira Audiência

De acordo com agências noticiosas um tribunal norueguês ouviu, nesta segunda-feira, à porta fechada, Anders Behring Breivik. Ele admitiu ter levado a cabo o ataque bombista na capital, Oslo, e o massacre num acampamento juvenil na ilha de Utoeya, durante um encontro da juventude do Partido Trabalhista norueguês. No total, os actos resultaram em 93 mortos.

De acordo com o juiz,  Breivik deve ficar inicialmente sob custódia por 8 semanas.

Solidariedade

Antes, a Organização Mundial do Turismo, OMT,  expressou solidariedade à Noruega, com os que “perderam os seus familiares, ao governo e ao povo nestes momentos difíceis.”

Em mensagem “em nome da comunidade internacional do turismo”, o secretário-geral da agência , Taleb Rifai, disse estar “profundamente chocado” com os eventos que resultaram na perda de vidas inocentes.”

Conselho de Segurança

As acções  já tinham sido condenadas pelo Conselho de Segurança que, em nota,  deplorou os ataques e manifestou a sua profunda solidariedade pelas vítimas, suas famílias, povo e governo noruegueses.

De acordo com o órgão, o terrorismo em todas suas formas e manifestações, constitui uma das ameaças mais graves à paz e segurança internacionais. A mensagem aponta  que “os actos de terrorismo são criminosos e injustificáveis, independentemente da sua motivação, onde, quando e por quem os cometeu.”

 

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