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Evento global no Museu de História Natural em Nova Iorque enfatiza ação climática

Sacos de areia reforçam o perímetro de uma área de terra recuperada na costa de Tuvalu, protegendo contra a erosão marinha e a subida das marés.
© Unicef/Lasse Bak Mejlvang Sacos de areia ao redor do perímetro da "Terra Recuperada", uma área construída em Tuvalu para proteger a terra da erosão causada pelo mar

Evento global no Museu de História Natural em Nova Iorque enfatiza ação climática

Clima e Meio Ambiente

Secretário-geral das Nações Unidas quer mobilizar líderes em pronunciamento especial pelo Dia Mundial do Meio Ambiente; relatório da Organização Meteorológica Mundial e do Serviço Copernicus de Mudanças Climáticas expõe situação global.

Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, o Museu Americano de História Natural em Nova Iorque acolhe a celebração com representantes internacionais, incluindo o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres.

O lema das celebrações deste 5 de junho é “restauração de terras, desertificação e resiliência à seca”, que junta filantropos, entidades de mídia e representantes de governos.  

O secretário-geral da ONU, António Guterres, informa os repórteres sobre a situação em Gaza.
ONU/Mark Garten Museu Americano de História Natural em Nova Iorque acolhe a celebração com representantes internacionais, incluindo o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres

Um Momento da Verdade 

O chefe da ONU deve apresentar o discurso especial Um Momento da Verdade sobre a Ação Climática. Entre as dezenas de participantes estará seu enviado especial para Ambição e Soluções Climáticas, Michael Bloomberg.

António Guterres deve sublinhar os riscos atualmente enfrentados por líderes empresariais e nacionais, particularmente dos integrantes dos grupos G7 e G20, que agregam economias mais desenvolvidas do mundo.

Segundo as Nações Unidas, as medidas para limitar o aquecimento global a 1,5 °C, proteger as pessoas e a natureza devem ser implementadas nos próximos 18 meses para “manter oportunidades de um futuro habitável para a humanidade”.

Em mensagem divulgada antes do evento, Guterres lista necessidades das nações em desenvolvimento para uma adaptação a realidades de condições climáticas violentas, proteção da natureza e apoio ao desenvolvimento sustentável.

O secretário-geral defende que “a falta de ação custa caro demais”, em contraste com uma atuação rápida e eficaz, faz sentido economicamente porque cada dólar investido na restauração de ecossistemas gera até US$ 30 em benefícios econômicos.

Um campo de girassóis sob um céu azul com nuvens esparsas num dia ensolarado.
ONU News/Nargiz Shekinskaya O lema das celebrações deste 5 de junho é “restauração de terras, desertificação e resiliência à seca”

Caminhos da restauração 

No Museu Americano de História Natural serão conhecidos novos dados da situação climática global a serem publicados pela Organização Meteorológica Mundial, OMM, e do Serviço Copernicus de Mudanças Climáticas, da União Europeia.

Entre as iniciativas marcando o Dia Mundial do Meio Ambiente está a campanha virtual Caminhos da restauração, envolvendo várias plataformas do Programa Mundial do Meio Ambiente, Pnuma, das Nações Unidas e da ONU Brasil.