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Com acesso ao G20, países pobres poderiam ampliar exportações em 15% BR

Estimativa é da Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento; nações menos desenvolvidas do mundo têm 12% da população do planeta, mas apenas sua participação nas exportações é de apenas 1%.

Leda Letra, da ONU News em Nova York.

Se os países mais pobres do mundo tivessem acesso aos mercados do G20, poderiam ampliar suas exportações em 15%. A estimativa é da Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento, Unctad.

Entrevista: lusófonos devem sair dos Países Menos Avançados

Angola, Timor-Leste, São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial podem deixar o grupo dos Países Menos Avançados até 2021.

A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento, Unctad, revela que Moçambique e Guiné-Bissau continuarão no grupo.

O economista-chefe da agência, Rolf Traeger, fala de um crescimento ainda insuficiente na categoria de economias ao falar do estudo Países Menos Desenvolvidos Relatório de 2016: O caminho para a graduação e além. Aproveitando o processo ao máximo.

Acompanhe a entrevista com Eleutério Guevane.

Moçambique e Guiné-Bissau devem continuar nos menos avançados em 2024

Timor-Leste e São Tomé e Príncipe devem deixar o grupo de nações; Unctad recomenda que sejam lançadas as bases de desenvolvimento pós-gradução para evitar “armadilhas.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

Moçambique e Guiné Bissau são os únicos lusófonos que devem continuar a fazer parte da categoria dos Países Menos Avançados, PMAs,  nos próximos oito anos.

Um relatório da Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento, Unctad, menciona que o grupo terá 32 países em 2021, 30 dos quais em África. Os outros são o Camboja e o Haiti.

Unctad: novos acordos comerciais podem proteger pesca

Agência defende que benefícios da proposta serão maiores  para países em desenvolvimento; nova avaliação cita Angola, Brasil, Guiné-Bissau e Moçambique.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.*

Milhões de empregos ligados à pesca em países em desenvolvimento podem ser protegidos se for negociado o fim de subsídios em 2017.