travessia

Mais de mil migrantes já morreram atravessando o Mediterrâneo em 2019

Em seis anos, pelo menos 15 mil pessoas perderam a vida tentando travessia; Agência da ONU para Refugiados alertou para situação perigosa nas ilhas gregas; mais de 100 mil migrantes permanecem vulneráveis na Líbia.

Mais de 2,4 mil pessoas morreram no mar Mediterrâneo em 2017

OIM revela que número é registado pelo quarto ano consecutivo; mais de metade das mortes de migrantes e refugiados no planeta ocorreram nas rotas a caminho da Europa; sobe número de pessoas que optam pela via marítima para chegar à Espanha.

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Mais de 2,4 mil pessoas morreram no mar Mediterrâneo em 2017

Acnur e OIM alertam que mortes no Mediterrâneo batem recorde em 2016
BR

As agências afirmaram que pelo menos 5 mil pessoas morreram em travessias na região; cerca de 100 pessoas morreram em dois naufrágios registrados nesta quinta-feira; Guarda Costeira italiana conseguiu resgatar 143 passageiros.

Edgard Júnior, da ONU News em Nova York.

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Acnur e OIM alertam que mortes no Mediterrâneo batem recorde em 2016
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Total de fatalidades no Mar Mediterrâneo aumentou em 2016
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4,7 mil migrantes e refugiados morreram na travessia entre 1 de janeiro e 30 de novembro, um aumento de 31% em relação ao mesmo período do ano passado; por outro lado, o número de pessoas que entraram na Europa pelo mar diminuiu.

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

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Total de fatalidades no Mar Mediterrâneo aumentou em 2016
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Campanha do Acnur informa migrantes africanos sobre condições no Iémen

Etiópia e Somália são os principais pontos de partida; agência fala de expectativas irreais das pessoas que decidem fazer a viagem; migrantes expostos a riscos como abuso sexual, extorsão, tortura e trabalhos forçados.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

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Campanha do Acnur informa migrantes africanos sobre condições no Iémen

Grávidas e crianças entre vítimas de naufrágio no Mediterrâneo

Alerta é do Unicef; 29 sobreviventes foram levados à ilha italiana de Lampedusa; maioria das vítimas era de Senegal, Libéria, Guiné Conacri e Nigéria.

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova Iorque.

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