Ravina Shamdasani

Relatório aponta fracasso em punir abusos cometidos na Venezuela

Pelo menos 505 pessoas teriam sido mortas por forças de segurança entre 2015 e 2017; Escritório de Direitos Humanos lamenta que não seja atualizado há mais de nove meses número de funcionários de segurança investigados.

Mauritânia: Escritório da ONU preocupado com tensões antes de votação

Referendo constitucional está agendado para este sábado; Escritório de Direitos Humanos pediu que autoridades garantam que direitos à reunião pacífica, liberdade de opinião e de expressão sejam plenamente respeitados.

Laura Gelbert Delgado, da ONU News em Nova Iorque.

Áudio -

Mauritânia: Escritório da ONU preocupado com tensões antes de votação

Situação da população Lgbti em El Salvador preocupa escritório da ONU
BR

Segundo porta-voz do Escritório de Direitos Humano, Ravina Shamdasani, desde o início de 2017, pelo menos sete transgêneros foram assassinados no país.

Laura Gelbert Delgado, da ONU News em Nova Iorque.

Áudio -

Situação da população Lgbti em El Salvador preocupa escritório da ONU
BR

Isil tenta levar 25 mil civis de Mossul
BR

Escritório de Direitos Humanos da ONU alerta que uso de civis como escudo humano é considerado crime de guerra; grupo terrorista tentou usar caminhões mas foi impedido pelas forças da coalizão que patrulham a área.

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

Áudio -

Isil tenta levar 25 mil civis de Mossul
BR

ONU quer fim das detenções de migrantes em Nauru
BR

Escritório de Direitos Humanos expressou preocupação com alegações de violações contra migrantes, refugiados e pessoas que estão pedindo asilo à Austrália; objetivo é acabar com o centros de processamento na ilha do Pacífico.

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

Áudio -

ONU quer fim das detenções de migrantes em Nauru
BR

ONU pede investigação sobre execuções sumárias no México
BR

Porta-voz do Escritório de Direitos Humanos citou assassinatos e violações ocorreram em junho de 2014; Ravina Shamdasani afirmou que sete militares foram detidos mas acabaram liberados por falta de provas.

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

Áudio -