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FAO diz que produção de madeira dobrou em um ano chegando a 6%

Subida ocorreu pelo sétimo consecutivo; em 2015, crescimento foi de 3%; ano passado obteve melhor performance desde início da crise em 2008.

Manuel Matola, da ONU News em Nova Iorque.

A Organização da ONU para Agricultura e Alimentação, FAO, diz que a produção de madeira no mundo atingiu os 6% em 2016, a maior taxa registada desde o início da crise económica em 2008.

Em nota divulgada esta quinta-feira, a FAO refere que, no ano passado, a produção de principais materiais fabricados à base de madeira subiu, pelo sétimo ano consecutivo, de três para 6%.

Foto: ONU/Benjamin Rasmussen

FAO quer mais intensidade do conhecimento para avanço da produção BR

Para chefe da agência, esforços para nutrir as pessoas devem avancar com o desenvolvimento do planeta; José Graziano da Silva fez palestra em Londres em evento sobre tecnologia, uso de recursos e resiliência.

Eleutério Guevane, da ONU News em Nova Iorque.*

O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, José Graziano da Silva disse que o futuro da agricultura “não é intensivo em insumos, mas intensivo em conhecimento”.

Preços de alimentos em alta apesar de largas produção e oferta, alerta FAO BR

Agência da ONU afirma que custos da importação devem subir em 2017 para mais de US$ 1,4 trilhão, um aumento de 6% em comparação ao ano anterior; especialista espera mais equilíbrio para o próximo ano.

Monica Grayley, da ONU News em Nova Iorque.

O preço dos alimentos para importação deve subir 6% em 2017. A previsão é da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO.

Economias da Ásia propensas às incertezas e ao protecionismo comercial BR

Relatório da ONU sugere melhorias na parte fiscal dos países da Ásia e do Pacífico; economias em desenvolvimento da região devem crescer em torno de 5% neste ano.

Leda Letra, da ONU News em Nova Iorque.

Apesar de uma perspectiva positiva para 2017, as economias da Ásia-Pacífico estão vulneráveis ao aumento das incertezas globais e ao protecionismo do comércio.