OMS certifica Cabo Verde como país livre da malária
Diretor-geral da agência destaca exemplo a seguir na erradicação da doença; chefe do governo ressalta momento histórico para a nação e dedica avanço ao povo cabo-verdiano.*
Diretor-geral da agência destaca exemplo a seguir na erradicação da doença; chefe do governo ressalta momento histórico para a nação e dedica avanço ao povo cabo-verdiano.*
País africano viu queda anual a partir de 2020 quando notificou 11,3 milhões de casos; no ano passado, foram 10,6 milhões; Moçambique figura entre os quatro primeiros de 11 países considerados com maior incidência da malária no mundo.
Piloto de dois anos já distribuiu 1,7 milhão de doses em Gana, Quênia e Malauí; primeira imunização desse tipo também oferece proteção adicional contra a doença; testes foram feitos em áreas endêmicas com 60% de pacientes infantis.
Iniciativa que prepara as populações para o período de chuvas decorre desde quarta-feira; Pelo menos 3 mil ativistas recensearam famílias em várias comunidades.
Amatijane Candé, de Bissau para a ONU News.
Metade dos guineenses deve receber um mosquiteiro impregnado com inseticida numa campanha a decorrer até junho. Desde a quarta-feira várias comunidades acolhem iniciativas de sensibilização que terminam a 20 de maio.
Laércia de Carvalho é coordenadora-adjunta do Projeto Nacional da Luta contra o Paludismo, como é conhecida a malária na Guiné-Bissau.
Em declarações à Rádio ONU, em Bissau, a responsável disse que as apostas para combater a malária no país incluem expandir a prevenção das grávidas e um novo plano para prevenir a doença em crianças a partir dos três anos. A ideia é que não desenvolvam a malária nos meses do pico.
O outro desafio é prevenir e tratar a doença a nível comunitário, onde os tabus continuam a ser barreiras para o tratamento eficaz da doença.