mutilação genital feminina

Unicef quer ação urgente contra mutilação genital feminina
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Prática afeta mais de 130 milhões de meninas e mulheres em 29 países na África e no Oriente Médio; agência e governo britânico realizam conferência sobre o assunto e também sobre casamento infantil.

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

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Unicef quer ação urgente contra mutilação genital feminina
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Religião ou saúde não são razões para mutilação de mulheres e meninas
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Mensagem de Ban Ki-moon marca Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital, neste 6 de fevereiro; Guiné-Bissau é citada por lei contra a prática, que afeta mais de 125 milhões de pessoas, a maioria na África.

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.*

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Religião ou saúde não são razões para mutilação de mulheres e meninas
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OMS vê poucos progressos para o fim da mutilação genital feminina
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Agência pede mais ação decisiva em níveis político e de bases para acabar com a prática, que afeta cerca de 125 milhões de meninas e mulheres.

Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York.

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OMS vê poucos progressos para o fim da mutilação genital feminina
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