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Crianças representam mais de 60% de vítimas de tráfico na África Subsaariana

Moçambique, Cabo Verde e Guiné-Bissau constam em relatório sobre comércio de seres humanos  a nível global; documento foi lançado esta quarta-feira pelo Escritório da ONU sobre Drogas e Crime, Unodc.

Laura Gelbert, da ONU News em Nova Iorque.*

Cerca de 28% das vítimas de tráfico humano em todo o mundo são crianças, alertou nesta quarta-feira o Escritório da ONU sobre Drogas e Crime, Unodc. Na África Subsaariana os menores representam entre 62% das vítimas.

Igualdade de gênero é “fundamental” no combate à fome e pobreza BR

Avaliação é do chefe da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, José Graziano da Silva; mulheres representam 45% da força de trabalho agrícola em países em desenvolvimento, chegando a 60% em partes da África e Ásia.

Laura Gelbert, da ONU News, em Nova York.

O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, José Graziano da Silva afirmou que o combate à extrema pobreza, fome e desnutrição não é possível sem igualdade de gênero e autonomia das mulheres.

Conselho de Segurança presta homenagem a Ban Ki-moon BR

Ban deixa o posto em 31 de dezembro após 10 anos como chefe da ONU; a partir desta quarta-feira uma pintura de seu retrato ficará exposta na sede da organização, em Nova York, ao lado de seus antecessores.

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas prestou uma homenagem nesta quarta-feira ao secretário-geral da organização, Ban Ki-moon, que deixa o posto em 31 de dezembro após 10 anos no cargo.

Exibição mostra papel das mulheres na ONU BR

Embaixadora da Colômbia disse que evento revela história das mulheres em documentos e fotografias em 71 anos da organização; María Emma Mejía luta pela paridade de gênero em cargos de alto escalão da ONU.

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

Começou esta terça-feira na sede das Nações Unidas, uma exibição de fotos e documentos sobre o papel das mulheres na ONU, chamada HERstory, em inglês.

Banco Mundial apoia estudo sobre violência doméstica no Nordeste BR

Cerca de 30% das moradoras das capitais já sofreram agressões; estudo também mostra que o ciclo da violência começa cedo e impacta as gerações futuras; uma mulher morre no Brasil a cada duas horas.

Mariana Ceratti, de Brasília, para a Rádio ONU.*

Estudo apoiado pelo Banco Mundial,  divulgado na quinta-feira, revela que 30% das moradoras das capitais do Nordeste do Brasil já foram agredidas pelo menos uma vez na vida por parceiros ou ex-parceiros.

Além disso, 10% haviam sofrido violência nos 12 meses anteriores ao levantamento.