Entrevista: José Salema, chefe do sistema ONU em São Tomé e Príncipe
As potencialidades, as oportunidades e os desafios económicos do país são revelados nesta conversa da Rádio ONU com o representante das Nações Unidas.
Em declarações de São Tomé, José Salema aborda o apoio às autoridades após as recentes eleições presidenciais e os sucessos alcançados no combate à malária no país lusófono.
O turismo e o mar ganham destaque na análise que revela o potencial das economias verde e azul nas ilhas são-tomenses.
“Malária deixou de ser a principal causa de morte de crianças em África”
Maioria das 6,2 milhões de vidas salvas nos últimos 16 anos é formada de crianças; OMS celebra avanços, mas adverte que 830 milhões de africanos continuam em risco de contrair a doença.
Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.
A malária não é mais a principal causa de morte de crianças na África Subsaariana, afirmou a diretora regional da Organização Mundial da Saúde, OMS, para África.
ONU prioriza comunicação para acabar com a malária em São Tomé e Príncipe
Representante da organização no país revela que ainda é preciso realizar ações de prevenção; país recebeu vários prémios internacionais pelos sucessos no combate à doença; responsável quer maior capacidade de resposta local.
Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.
O coordenador residente do Sistema das Nações Unidas em São Tomé e Príncipe afirmou que a capacidade de resposta à malária deve ser sustentável para manter os avanços recentes do país.
OMS alerta para um dos “seres” mais mortais do mundo BR
Organização Mundial da Saúde chama a atenção para algumas das doenças transmitidas pelos mosquitos; somente em 2015, a malária causou a morte de 438 mil pessoas em todo o mundo.
Michelle Alves de Lima, da Rádio ONU em Nova York.
Ele pode parecer frágil e inofensivo mas, segundo a Organização Mundial da Saúde, OMS, o mosquito é considerado um dos “seres” mais mortais do mundo.
ONU alerta para impacto da combinação de conflito e surtos no Sudão do Sul
Número de sul-sudaneses nos países vizinhos subiu para 900 mil; doenças incluem cólera, sarampo, malária e malnutrição; centro que trata cólera na capital precisa de pelo menos 100 camas para cuidar dos pacientes.
Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.
A Organização Mundial da Saúde, OMS, alertou esta terça-feira que o Sudão do Sul enfrenta uma combinação de conflito e ameaças para a saúde com os casos de cólera, sarampo e malária.