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“Malária deixou de ser a principal causa de morte de crianças em África”

Maioria das 6,2 milhões de vidas salvas nos últimos 16 anos é formada de crianças;  OMS celebra avanços, mas adverte que 830 milhões de africanos continuam em risco de contrair a doença.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A malária não é mais a principal causa de morte de crianças na África Subsaariana, afirmou a diretora regional da Organização Mundial da Saúde, OMS, para África.

ONU prioriza comunicação para acabar com a malária em São Tomé e Príncipe

Representante da organização no país revela que ainda é preciso realizar ações de prevenção; país recebeu vários prémios internacionais pelos sucessos no combate à doença; responsável quer maior capacidade de resposta local.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O coordenador residente do Sistema das Nações Unidas em São Tomé e Príncipe afirmou que a capacidade de resposta à malária deve ser sustentável para manter os avanços recentes do país.

OMS alerta para um dos “seres” mais mortais do mundo BR

Organização Mundial da Saúde chama a atenção para algumas das doenças transmitidas pelos mosquitos; somente em 2015, a malária causou a morte de 438 mil pessoas em todo o mundo.

Michelle Alves de Lima, da Rádio ONU em Nova York.

Ele pode parecer frágil e inofensivo mas, segundo a Organização Mundial da Saúde, OMS, o mosquito é considerado um dos “seres” mais mortais do mundo.

ONU alerta para impacto da combinação de conflito e surtos no Sudão do Sul

Número de sul-sudaneses nos países vizinhos subiu para 900 mil; doenças incluem cólera, sarampo, malária e malnutrição; centro que trata cólera na capital precisa de pelo menos 100 camas para cuidar dos pacientes.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

A Organização Mundial da Saúde, OMS, alertou esta terça-feira que o Sudão do Sul enfrenta uma combinação de conflito e ameaças para a saúde com os casos de cólera, sarampo e malária.

Sudão do Sul: explosão de casos de malária no maior local que protege civis

OIM envia suprimentos para combater a doença que chega para 40% dos habitantes do complexo de Bentiu; instalações da ONU acolhem 68% dos sul-sudaneses que buscam abrigo no mais novo país do mundo.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.*

A OIM despachou cerca de 40 mil kits de testes rápidos e medicamentos contra a malária para o maior local de proteção de civis das Nações Unidas no Sudão do Sul, na cidade de Bentiu.