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Jornal da ONU - 04 de dezembro de 2019

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Malária contaminou 228 milhões e matou 405 mil pessoas no ano passado
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Estimativa da Organização Mundial da Saúde representa uma descida em relação ao ano anterior, quando cerca de 435 mil pessoas morreram; agência alerta, no entanto, que países mais atingidos não tiveram melhora na taxa de infecções.

Expansão de intervenções contra a malária pode evitar 4 milhões de mortes até 2030

Relatório publicado esta sexta-feira destaca necessidade de apostar em pesquisa e desenvolvimento; a este ritmo, mundo não deve cumprir objetivos traçados até 2030; nova vacina contra a doença já foi testada em Gana e Malauí.

Argélia e Argentina declaradas livres da malária
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Doença provoca cerca de 435 mil mortes por ano; Argélia é primeira nação africana que recebe essa certificação em mais de 40 anos; Opas defende que Argentina servirá como inspiração e exemplo para as Américas.

Maláui implementa programa de teste de vacina inovadora contra a malária

Ensaios clínicos mostram que imunização previne cerca de quatro em cada dez casos de malária em crianças; vacina tem sido desenvolvida nos últimos 30 anos; OMS vai analisar resultados para definir recomendações.

Campanha #AsVacinasFuncionam do Unicef foca em usuários de redes sociais

Semana Mundial da Imunização acontece entre 24 e 30 de abril; segundo agência da ONU, imunização salva até 3 milhões de vidas por ano; em 2017, 1,5 milhão de crianças morreram de doenças evitáveis pela vacinação.

RD Congo: Campanha quer baixar impacto de malária em áreas afetadas pelo ebola
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Metade de pacientes analisados em centros que tratam ebola apresenta sintomas de malária; província com mais casos de ebola registra mais de 2 mil pacientes de malária por semana.

Iniciativas do Brasil recebem Prêmio Campeões da Malária   

Opas contempla programas dos estados de Roraima e Amazonas por reduzirem casos da doença; mais de 120 milhões de pessoas das Américas estão em risco de ficar doentes.

Paraguai está livre da malária, segundo Organização Mundial da Saúde
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País é o primeiro das Américas a conquistar status desde 1973; OMS acredita que história de sucesso é exemplo de que a doença pode ser eliminada de outros países, como Cabo Verde e Timor-Leste.