Estatuto de Roma

Sede permanente do Tribunal Penal Internacional em Haia.
UN Photo/Rick Bajornas

Venezuela pede a TPI para investigar crimes contra a humanidade em seu território BR

Promotora do Tribunal Penal Internacional, Fatou Bensouda, informou que recebeu carta do governo de Caracas, em 13 de fevereiro, afirmando que delitos estariam sendo cometidos como “resultado de medidas coercitivas adotadas, unilateralmente, pelo governo dos Estados Unidos contra a Venezuela, pelo menos desde 2014”.

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Presidente do TPI diz que apoio ao tribunal deve continuar forte BR

Afirmação foi feita por Silvia Fernandez Gurmendi na apresentação de seu relatório anual aos Estados membros da Assembleia Geral; três países africanos anunciaram intenção de deixar o Tribunal Penal Internacional.

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

A presidente do Tribunal Penal Internacional, Silvia Fernandez Gurmendi, afirmou que “o apoio à Corte deve continuar forte” para que seja possível levar à justiça os responsáveis por crimes e proteger as vítimas por todo o mundo.

Chefe da ONU espera que África do Sul reconsidere saída do TPI

Em nota, secretário-geral lamentou decisão do governo sul-africano; para Ban, TPI é “central para as ações globais para acabar com a impunidade e prevenir conflitos”.

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, lamentou a decisão do governo sul-africano de retirar-se do Estatuto de Roma, do Tribunal Penal Internacional, TPI.

ONU recebe carta da África do Sul confirmando intenção de retirada do TPI

Secretário-geral das Nações Unidas contou ter recebido documento, que será analisado a partir de agora; órgão, criado em 2002, tem 124 membros.

Monica Grayley, da Rádio ONU.

As Nações Unidas confirmaram ter recebido uma carta da África do Sul informando que o país pretende se desligar do Tribunal Penal Internacional, TPI.

O escritório do porta-voz do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, informou que a ONU irá agora analisar a comunicação.

Parlamento

Promotora do TPI apoia paz na Colômbia após 52 anos de guerra civil BR

Em comunicado, Fatou Bensouda diz ter notado “com satisfação” que texto final do acordo entre o governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo, Farc-EP, exclui anistias e perdões a crimes de guerra e contra a humanidade.

Monica Grayley, da Rádio ONU.

A promotora-chefe do Tribunal Penal Internacional, TPI, classificou de “conquista histórica” o acordo final de paz entre o governo da Colômbia e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo, Farc-EP.