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Caça furtiva continua a ameaçar elefantes africanos

Avaliação recente de Convenção associada da ONU mostra que mortalidade destes animais continua elevada; num século número de elefantes africanos caiu de 12 milhões para 400 mil; depois de pico em 2011, mortes de elefantes caiu até 2017. 

Quase 145 mil elefantes mortos no continente africano em apenas sete anos

Vice-chefe do Programa das ONU para o Meio Ambiente destaca que caça “não faz nenhum sentido moral, económico e político”; censo mostra que população de elefantes na savana africana diminuiu em 30%.

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova Iorque.

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Quase 145 mil elefantes mortos no continente africano em apenas sete anos

Caças mataram dezenas de milhares de elefantes na África e tendência continua
BR

Avaliação é da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção, Cites; tratado é apoiado pela ONU; relatório cita “sinais encorajadores”, e diz que “é preciso fazer mais”.

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.

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Caças mataram dezenas de milhares de elefantes na África e tendência continua
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Angola: ONU apoia aposta na biodiversidade para retoma da economia

Parceria propõe salvar elefantes encorajando relação homem-natureza; iniciativa de preservação pretende aumentar turismo no país; projeto prevê reabilitar o maior parque nacional do país.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

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Angola: ONU apoia aposta na biodiversidade para retoma da economia

Luanda prepara-se para ser a capital ambiental do planeta esta semana

Ciclo de reflexões, exposições e conferências vai fechar no Dia Mundial do Ambiente, a 5 de junho; ONU escolheu Angola pela ação em prol de elefantes, conservação da vida selvagem e proteção do meio ambiente.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

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Luanda prepara-se para ser a capital ambiental do planeta esta semana

Pnuma: caça furtiva em África não faz sentido "moral, económico ou político"

Agência presenciou queimada de milhares de pontas de marfim e cornos de rinocerontes no Quénia; Moçambique população de elefante caiu em cerca de metade desde 2009;  Angola aclamada pelo impulso contra o comércio de marfim.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

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