Angola e Moçambique

Quarta de Empregos

O Sistema das Nações Unidas apresenta oportunidades de trabalho da semana de 14 de agosto de 2019. Saiba como concorrer em países de língua portuguesa como Angola, Brasil, Cabo verde, Guiné-Bissau, Moçambique  e Timor-Leste. Conheça ainda as vagas disponíveis em outros escritórios da organização que aparecem em inglês ou francês, as línguas de trabalho das Nações Unidas.

Quarta de Empregos

Na lista de vagas do Sistema das Nações Unidas de 26 de dezembro, conheça algumas oportunidades de trabalho em países como Angola, Brasil, Guiné-Bissau, Moçambique, Timor-Leste e outros. Além de países de língua portuguesa, saiba de empregos em outros escritórios da organização. Para receber os alertas, subscreva a newsletter da ONU News.  As vagas aparecem em inglês ou francês, línguas de trabalho das Nações Unidas.

Moçambique é citado em relatório da ONU sobre ação de piratas somalis
BR

Aumento de ataques costeiros é um dos principais desafios para combater ação; número de incidentes e de marinheiros afetados subiu para o dobro na costa da Somália.

Cabo Verde é destaque em estudo indicando que africanos vivem mais

Habitantes do arquipélago vivem em média 64,2 anos; em toda a África, OMS revela queda pela metade nas mortes causadas pelas doenças mais letais desde o ano 2000; expectativa de vida aumentou três anos entre 2012 e 2015.

Contribuição das florestas é muito maior do que se conhece no mundo

FAO ilustra exemplos de Brasil, Moçambique, Timor-Leste e Portugal em novo estudo; apelo aos países é que aumentem ação em beneficio das árvores e daqueles que dependem delas.

Estudo que alerta sobre insegurança alimentar cita Angola, Guiné-Bissau e Moçambique

Aproximadamente 124 milhões de pessoas enfrentam o problema em todo o planeta; milhares de guineenses e moçambicanos devem precisar de auxílio este ano; novas ações da FAO e PMA abordam situação em áreas de conflito prolongado e seca.

Angola e Moçambique integram apelo da Organização para Migração
BR

Agência pede US$ 1,4 bilhão para atender 50 nações; OIM diz que mundo enfrenta emergências complexas; apelo busca soluções a longo prazo.