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Verba da Finlândia ajuda a alimentar mais de 56 mil alunos em Moçambique BR

A estudante moçambicana Margarida Joaquim Oio Oio está em uma estrada de terra segurando cadernos, a caminho de casa após as aulas no distrito de Buzi, província de Sofala.
© Unicef/UNI405046/Zuniga A contribuição finlandesa financia refeições quentes diárias num investimento vital para o futuro dos alunos moçambicanos

Verba da Finlândia ajuda a alimentar mais de 56 mil alunos em Moçambique

Ajuda humanitária

Quantia de 500 mil euros foi destinada à agência da ONU para distribuição de refeições para crianças no país africano de língua portuguesa; comida será fornecida a escolas primárias do Corredor de Nacala, na província de Nampula para evitar evasão escolar.

O Programa Mundial de Alimentos, WFP na sigla em inglês, recebeu uma doação de 500 mil euros do Governo da Finlândia para atender crianças em Moçambique.

Com a verba, a agência da ONU deverá entregar merendas escolares a dezenas e milhares de alunos nos próximos três meses na província de Nampula.

Crianças fazem uma refeição em uma escola numa área rural de Moçambique. Uma professora serve a comida em tigelas para os alunos sentados no chão debaixo de uma árvore.
© Unicef/UN051605/Rich Hora da merenda numa escola em Moçambique.

Coalizão Global por Merendas

A iniciativa é parte do Programa Nacional de Alimentação Escolar de Produção Local, Pronae, em curso no país.

A proposta inclui implementar imediatamente a distribuição do reforço alimentar e intensificar o compromisso compartilhado do Governo de Moçambique, do PMA e de parceiros para melhorar a educação, a nutrição e a segurança alimentar em algumas das áreas mais vulneráveis ​​do país.

A contribuição finlandesa financia refeições quentes diárias num investimento vital para o futuro dos alunos moçambicanos.

A Finlândia tem uma parceria de longa data também na área da educação com Moçambique.

O país também é copresidente da Coalizão Global de Refeições Escolares e contribui com a mesma iniciativa em outras partes do mundo.

Segundo a Finlândia, o mais importante é que as crianças possam aprender sem o estômago vazio evitando assim a evasão escolar.