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Unesco condena assassinato de jornalista no México BR

A silhueta de uma mulher olha para fora de uma janela com ripas horizontais.
Foto: EQUIS Justicia para las mujeres/Scopio Pelo menos 14 jornalistas foram assassinados em cinco anos no Brasil

Unesco condena assassinato de jornalista no México

Paz e segurança

Heber López Vásquez foi assassinado no dia 10, no estado de Oaxaca; segundo Observatório da agência da ONU, 13 profissionais de Comunicação foram mortos em um ano no país. 

A diretora-geral da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, está pedindo às autoridades do México para levarem à Justiça os assassinos do jornalista Heber López Vásquez. O profissional foi morto no dia 10 de fevereiro, na cidade de Salina Cruz, no estado de Oaxaca, no sul do país. 

Nesta segunda-feira, Audrey Azoulay divulgou nota condenando o crime, onde destaca que “a morte dele é um lembrete trágico dos riscos cada vez maiores enfrentados pelos profissionais de mídia que tentam proteger a liberdade de imprensa e de informação”.  

Crimes aumentam no México  

Uma equipe de filmagem está trabalhando em um set de filmagem, com um cinegrafista operando uma câmera grande e um técnico de iluminação ajustando o equipamento.
Foto: Photo by Jeremy Bishop on Unsplash garantir que os jornalistas e os trabalhadores dos meios de comunicação social sejam protegidos

A chefe da Unesco pede às autoridades que investiguem o assassinato e punam os responsáveis.  

López Vásquez trabalhava no site RPC Noticias, cobrindo assuntos policiais e crimes. Ele foi baleado em seu escritório, sendo o quinto profissional de mídia morto no país desde 1 de janeiro. 

De acordo com o Observatório da Unesco de Jornalistas Assassinados, 13 profissionais foram mortos no México no período de um ano.  

Desde que a plataforma foi lançada, em 1993, o projeto já registrou os assassinatos de 1,5 mil jornalistas no mundo todo.  

A agência da ONU tem a função de promover a segurança dos jornalistas por meio de campanhas globais de conscientização, além de outras medidas como o Plano de Ação das Nações Unidas para Segurança de Jornalistas e a questão da impunidade.