Energia dos atletas de Tóquio 2020 serve de inspiração em “tempos difíceis”
BR

23 julho 2021

Mensagem do secretário-geral foi apresentada na abertura dos Jogos Olímpicos; Guterres expressou apoio e enalteceu o espírito de equipe, o talento e a solidariedade; estre os mais de 11 mil competidores de 206 países, está a Equipe Olímpica de Refugiados. 

Para a abertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio, esta sexta-feira, o secretário-geral das Nações Unidas enviou uma mensagem de apoio aos mais de 11 mil atletas, de 206 países, que competem em 33 modalidades.  

Segundo António Guterres, “o espírito Olímpico traz o que há de melhor na humanidade: trabalho em equipe, solidariedade, talento e tolerância”. 

O secretário-geral enaltece a energia dos atletas
Reprodução
O secretário-geral enaltece a energia dos atletas

 

Inspiração  

O chefe da ONU afirma que as Olimpíadas “servem de inspiração e nos unem em tempos difíceis”. Ele lembrou que o mundo está em luto pelas vidas perdidas com a pandemia de Covid-19.  

António Guterres destaca que todos os atletas que estão em Tóquio “ultrapassaram muitos obstáculos e demonstraram enorme determinação”. O secretário-geral sugere que a mesma energia seja utilizada para combater os desafios globais, para o alcance da paz e de um planeta limpo e verde.  

Corredora Anlelina Nadai, do Sudão do Sul, treina em Nairobi. Ela faz parte da Equipe Olímpica de Refugiados
© UNHCR/Benjamin Loyseau
Corredora Anlelina Nadai, do Sudão do Sul, treina em Nairobi. Ela faz parte da Equipe Olímpica de Refugiados

 

Refugiados  

Guterres ressalta que as Nações Unidas estão “honradas em ser integrante dessa equipe”, em todos os passos por um mundo melhor, mais igualitário, onde os mais vulneráveis são apoiados e ninguém seja deixado para trás.  

Pela segunda vez, os Jogos contarão com a participação da Equipe Olímpica de Refugiados, com 29 atletas. O time tem o apoio da Agência da ONU para Refugiados, Acnur.  

Entre os atletas refugiados estão a jovem nadadora síria Yusra Mardin, que agora vive na Alemanha e o judoca congolês Popole Misenga, que buscou refúgio no Brasil.  

Segundo a ONU Mulheres, as Olimpíadas de Tóquio têm o maior equilíbrio de gênero da história: 49% dos atletas participantes são mulheres. E todos os Comitês Olímpicos Nacionais têm pelo menos um representante masculino e uma representante feminina. Para a agência da ONU, este é um “marco para a igualdade de gênero nos esportes”. 

 

 

 

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