Neste Dia Mundial da Síndrome de Down, ONU pede mais conectividade e participação   BR

Crianças fazem exercício no Uzbequistão, incluindo uma menina com síndrome de Down
Unicef/Giacomo Pirozzi
Crianças fazem exercício no Uzbequistão, incluindo uma menina com síndrome de Down

Neste Dia Mundial da Síndrome de Down, ONU pede mais conectividade e participação  

Direitos humanos

Declarada em 2011, data serve para mobilizar variados setores da sociedade a promoverem inclusão e atuação equitativa de pessoas com a síndrome em todo o mundo; para a organização, é possível realizar mudanças positivas. 

Este 21 de março é o Dia Mundial da Síndrome de Down. Segundo as Nações Unidas, todos os anos uma média de 3 a 5 mil crianças nascem com a síndrome.  

Pessoas com Down estão em todas as regiões do mundo. A síndrome geralmente produz efeitos variados nos estilos de aprendizagem, características físicas e de saúde. 

Educação 

Este ano, o Dia tem como lema a conectividade e a participação. 

António Guterres lembrou que a Declaração ONU 75 reforça a necessidade de manter os valores da Carta da ONU vivos
Foto ONU/Cia Pak
António Guterres lembrou que a Declaração ONU 75 reforça a necessidade de manter os valores da Carta da ONU vivos

Para as Nações Unidas, é possível incluir as pessoas com Down de forma equitativa em sua participação na sociedade. 

Com eventos na sede da ONU e em outras partes da organização, o Dia é marcado pela troca de experiências e informações, e por ações de defesa e promoção dos direitos iguais para as pessoas com Down. 

Especialistas dizem que é possível atingir uma mudança positiva que leve a cuidados adequados de saúde, a intervenções e programas de ação e à educação inclusiva das crianças com síndrome de Down. 

Exames regulares 

A data foi proclamada pela Assembleia Geral da ONU em 2011. O objetivo é despertar a atenção de organizações locais, nacionais assim como da sociedade civil e do setor privado para o tema. 

A qualidade de vida de quem tem Down pode ser melhorada com atendimento de saúde baseado nas necessidades de cada pessoa incluindo exames regulares e acompanhamento mental e físico.  

Terapia ocupacional, física e de fala são alguns dos serviços mais procurados por quem vive com a síndrome.