Portugal escreve à ONU nomeando Guterres para reeleição como secretário-geral
BR

24 fevereiro 2021

Mandato atual expira em 31 de dezembro; no início do ano, chefe da organização informou que era candidato ao posto após conversações com países do Conselho de Segurança e com grupos regionais representados nas Nações Unidas.

O governo de Portugal enviou uma carta à Assembleia Geral das Nações Unidas nomeando António Guterres a candidato a secretário-geral pela segunda vez.

O mandato atual do ex-primeiro-ministro português termina em 31 de dezembro quando completará cinco anos no cargo.

O porta-voz do secretário-geral da ONU, Stephane Dujarric. Foto ONU: Manuel Elias

Intenção

O anúncio foi feito pelo porta-voz de Guterres, Stephane Dujarric.

Guterres agradeceu o apoio de Portugal e disse que fará todo o possível para ser merecedor da iniciativa da nação europeia. O porta-voz informou que o chefe da ONU conversou ao telefone com várias autoridades portuguesas sobre o envio da carta.

Candidatos ao posto de secretário-geral são, geralmente, nomeados pelo país de origem. Em janeiro, António Guterres telefonou aos países com assento permanente no Conselho de Segurança para informar sobre sua intenção de se apresentar à reeleição. Ele também manteve conversações com representantes de grupos regionais na ONU e com o presidente da Assembleia Geral.

Pelo regulamento da casa, o Conselho de Segurança recomenda o nome dos candidatos a secretário-geral à Assembleia Geral para votação.

Antes de liderar as Nações Unidas, Guterres chefiou a Agência para Refugiados, Acnur. 
Até o momento, nenhum país informou à ONU sobre nomeação de outros candidatos ao cargo de secretário-geral.
 

 

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Porta-voz do secretário-geral informou que António Guterres avisou aos cinco países com assentos permanentes no Conselho de Segurança: China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia que concorda em concorrer à reeleição; mandato atual expira em 31 de dezembro deste ano.