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Secretário-geral saúda manutenção de cessar-fogo em Nagorno-Karabakh  BR

O secretário-geral da ONU, António Guterres, fala num pódio durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU em Nova Iorque.
ONU News António Guterres pede aos líderes do golpe que abandonem as armas

Secretário-geral saúda manutenção de cessar-fogo em Nagorno-Karabakh 

Paz e segurança

António Guterres destaca declaração de 9 de novembro dizendo que governos da Armênia e do Azerbaijão devem retomar negociações para chegar a acordo mais duradouro; para chefe da ONU, existe possibilidade de promover paz, estabilidade e prosperidade regionais. 

O secretário-geral, António Guterres, saudou a adesão contínua ao cessar-fogo em Nagorno-Karabakh, acordado a 9 de novembro entre o presidente do Azerbaijão, o primeiro-ministro da Armênia e o presidente da Rússia. 

Em nota emitida por seu porta-voz, António Guterres tomou ciência da declaração conjunta dos países que presidem o Grupo de Minsk da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, Osce. 

Bandeira da ONU tremulando ao vento ao lado do prédio do Secretariado das Nações Unidas em Nova York.
Sede das Nações Unidas em Nova Iorque., by ONU/Mark Garten

Acesso irrestrito 

O chefe das Nações Unidas apelou a todos para cumprirem com suas obrigações, principalmente no que se refere ao Direito Internacional Humanitário e aos Direitos Humanos. 

Guterres afirma que as Nações Unidas estão “preparadas para responder às necessidades humanitárias em todas as áreas afetadas pelo conflito e para aumentar a assistência” em ambos os países. 

Ele pediu ainda que todos os atores relevantes cooperem com a ONU para garantir o acesso irrestrito. 

Diálogo 

Guterres instou aos representantes da Armênia e do Azerbaijão a retomar as negociações sob os auspícios do Grupo de Minsk, para “chegar a um acordo pacífico duradouro.” 

Guterres termina encorajando os dois governos “a embarcar num caminho de diálogo para promover a paz, estabilidade e prosperidade regionais.” 

O conflito na região de fronteira, localizada no sul do Cáucaso, persiste por mais de três décadas.  

A mais recente fase de confrontos entre Armênia e Azerbaijão eclodiu no final de setembro.