Brasileiro ganha prêmio da Unesco sobre Mídia e Informação 2020 
BR

18 novembro 2020

Professor Carlos Lima ficou em terceiro lugar na distinção da agência da ONU pelo seu programa educativo “Imprensa Jovem”; outros agraciados são do Quênia, da Argentina e dos Estados Unidos. 

Um programa educativo do Brasil foi um dos ganhadores do Prêmio Aliança para Mídia e Informação 2020. 

A distinção é entregue pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco. 

Transmissão ajuda professores e alunos com atividades sobre uso da mídia, Ocha/Gema Cortes

Atividades 

O professor brasileiro Carlos Lima, criador do programa Imprensa Jovem, foi um dos vencedores.   

A transmissão ajuda professores e alunos com atividades curriculares e fora da grade curricular sobre educação a distância, e o uso da mídia no ensino. O projeto analisa artigos de mídia, utiliza recursos de tecnologia e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ODS. 

Por causa da pandemia, a Semana Global Da Mídia e Informação 2020 ocorreu na internet. A primeira desde o início da cerimônia há 10 anos. 

A Unesco lembra que redes, organizações e indivíduos investiram décadas para ajudar as pessoas na aquisição de mais autonomia com informação e mídia. 

Dentre os critérios utilizados para escolher os ganhadores estão a troca de boas práticas e bons exemplos na promoção do conceito para formar usuários na transformação digital e a saber identificar a desinformação e as notícias falsas. 

Sustentabilidade 

Um outro aspecto é a motivação de atores para iniciativas que promovam mudanças. Por fim, a atração internacional para gerar um impacto positivo sobre ações de alfabetização, mídia e informação e também de sustentabilidade. 

Ao todo, foram anunciados seis vencedores. 

Além do professor brasileiro, ganharam a edição 2020 do Prêmio da Unesco, Michelle Ciulla-Lipkin, da Associação Nacional para Mídia e Educação, dos Estados Unidos que trabalha com escolas e cidades, além de setor de entretenimento. O projeto dela conquistou o primeiro lugar da lista de vencedores. 

Argentina e Stanford 

Já Willice Onyango do Café Juventude Limitada, do Quênia, apoia 5 milhões de jovens na África com informação básica sobre como navegar pela informação e pela mídia. Checagem de fatos, verificação de posts de redes sociais e qualidade da informação online são alguns dos pontos aprendidos pelos participantes do programa queniano. A entidade, que dividiu o primeiro lugar do prêmio com os Estados Unidos, é comandada por jovens. 

O projeto Outras Vozes, Comunicação para a Democracia, da Argentina, ficou em segundo lugar ao lado de uma iniciativa da Universidade de Stanford, dos Estados Unidos. 

O professor brasileiro Carlos Lima dividiu o terceiro lugar com um projeto do Paquiestão, Daastan, de Syed Ommer Amer. O programa investe em técnicas de estórias para promover diálogo intercultural assim como a segurança de jornalistas. 

 

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