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OMS alerta para risco de jovens contraírem o novo coronavírus BR

Estrada quase deserta em Buenos Aires devido ao coronavírus.
ONU/Argentina
Estrada quase deserta em Buenos Aires devido ao coronavírus.

OMS alerta para risco de jovens contraírem o novo coronavírus

Saúde

Chefe da agência alerta que eles podem ficar hospitalizados por semanas ou até perderem a vida; até esta sexta-feira, mundo tinha 210 mil casos e  9 mil mortes devido ao covid-19.

 Jovens que contraírem o novo coronavírus podem morrer da doença. O alerta é da Organização Mundial da Saúde que diz que a juventude deve levar a sério a quarentena evitando aglomerações, contatos com outros e, principalmente, contaminar os mais velhos e vulneráveis. 

As declarações foram feitas esta sexta-feira, em Genebra, em entrevista coletiva virtual do diretor-geral da agência.

Escolhas  

Diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, OMS, Tedros Ghebreyesus.
Diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, OMS, Tedros Ghebreyesus. , by ONU/ Elma Okic

Tedros Ghebreyesus se dirigiu particularmente a este grupo etário sublinhando que a juventude não é invencível e o vírus pode levá-los a um hospital por semanas ou até matá-los. Ghebreyesus enfatizou que mesmo estando assintomáticos, as escolhas sobre onde estes frequentam podem fazer a diferença entre a vida e a morte.  

De acordo com a agência, mais de 210 mil pessoas já foram infectadas pelo covid-19 no mundo. A doença tirou a vida de mais de 9 mil. 

Pontes aéreas  

No evento, o especialista em emergências da OMS, Mike Ryan, destacou que os esforços de combate ao vírus enfrentam uma escassez de equipamentos de proteção para profissionais de saúde e testes de diagnóstico.  

Segundo ele, serão necessárias “pontes aéreas” para levar suprimentos essenciais aos países para serem entregues a profissionais de saúde. 

De acordo com a OMS, a China não relatou nenhum caso novo do covid-19, o que dá esperança ao resto do mundo no combate à pandemia. Pela primeira vez, a cidade de Wuhan não registrou qualquer infeção pelo vírus em 24 horas desde que o primeiro caso foi registrado em dezembro de 2019.