Guiné-Bissau: missão da ONU realça experiência de organizar “eleições credíveis e pacíficas”

31 dezembro 2019

Previsão das autoridades eleitorais guineenses é divulgar primeiros resultados das eleições presidenciais na quarta-feira; disputa envolveu os candidatos Domingos Simões Pereira e Umaro Sissoco Embaló.

Na Guiné-Bissau continua a contagem de votos da segunda volta das eleições presidenciais. O processo iniciou no domingo logo após o fim da votação.

De acordo com a Comissão Nacional de Eleições, CNE, cerca de 760 mil pessoas foram chamadas às urnas para escolher o novo chefe de Estado entre os candidatos Domingos Simões Pereira e Umaro Sissoco Embaló.

Missões Internacionais

O Escritório Integrado de Consolidação da Paz na Guiné-Bissau, Uniogbis, lembrou que esteve presente em várias etapas do processo. A porta-voz da missão política, Júlia Alhinho, contou à ONU News, de Bissau, como foram as várias formas de apoio ao processo eleitoral guineense.

“Esse apoio tem-se traduzido sobretudo na mobilização de recursos que foram colocados num fundo gerido pelo Pnud (Programa da ONU para o Desenvolvimento). Também se traduziu na coordenação entre os vários atores e parceiros, incluindo atores políticos, na promoção entre esses atores políticos, e finalmente no apoio técnico aos órgãos de gestão eleitoral. Como se sabe, as eleições da Guiné-Bissau correm sempre bem e os órgãos de gestão eleitoral têm uma boa experiencia de organização de eleições credíveis pacíficas. Acreditamos que assim vai continuar a ser.”

Observadores

O processo de contagem de votos iniciou logo após a ida às urnas e foi acompanhado de perto pelo público e observadores de missões internacionais no terreno.

Entre eles estiveram a representante especial do secretário-geral na Guiné-Bissau, Rosine Sori-Coulibaly, e o representante da ONU para a África Ocidental, Mohamed Ibn Chambas, que foram às mesas de votação e centros de acompanhamento da sociedade civil.

Os representantes das Nações Unidas seguiram o processo e interagiram com a população guineense, que deverá conhecer os resultados eleitorais na quarta-feira.

Em 2020, o Uniogbis deve encerrar o mandato no país onde atua para uma transição suave envolvendo o Governo da Guiné-Bissau em áreas que incluíram o apoio ao ciclo eleitoral de 2019.

 

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