Conselho de Segurança informa sobre visita à Guiné-Bissau

Chegada da delegação do Conselho de Segurança ao Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, em Bissau, neste 15 de fevereiro.
Didier Bapidi/Uniogbis
Chegada da delegação do Conselho de Segurança ao Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, em Bissau, neste 15 de fevereiro.

Conselho de Segurança informa sobre visita à Guiné-Bissau

Paz e segurança

Representantes dos 15 Estados-membros estiveram em Bissau este mês; país realiza eleições legislativas a 10 de março; resolução renovando mandato do Escritório da ONU deve ser votada a 28 de fevereiro. 

O Conselho de Segurança recebe esta terça-feira um informe sobre a visita de representantes dos 15 Estados-membros à Guiné-Bissau, que aconteceu a 15 e 16 de fevereiro.

Na quinta-feira, 28 de fevereiro, o Conselho de Segurança deverá discutir e votar uma resolução renovando o mandato do Escritório Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau, Uniogbis, que expira no mesmo dia.

O primeiro-ministro da Guiné-Bissau no encontro com os membros do Conselho de Segurança em Bissau.
O primeiro-ministro da Guiné-Bissau no encontro com os membros do Conselho de Segurança em Bissau., by Foto: Uniogbis.

Visita  

Em nota publicada no final da visita, o Conselho de Segurança da ONU fez uma avaliação "muito positiva" da estadia de 24 horas na Guiné-Bissau para analisar os desenvolvimentos pela paz e segurança.

O embaixador da Guiné Equatorial na ONU, Anatólio Ndong Mba, disse que os embaixadores estão "muito otimistas". A Guiné Equatorial assume a presidência do Conselho de Segurança durante o mês de fevereiro.

Eleições

A campanha eleitoral para as eleições legislativas, que acontecem a 10 de março, começou a 16 de fevereiro e termina em 8 de março.

Para o diplomata da Guiné Equatorial, falta "apoio da comunidade internacional" e "continuar a acompanhar a Guiné-Bissau para enfrentar os diferentes desafios.”

Sobre o relatório do secretário-geral, que continua preocupado com a situação "frágil" da Guiné, incluindo desconfiança e manobras políticas para impedir o processo eleitoral, o embaixador disse que "a fragilidade é normal" devido à "fraqueza das instituições políticas" do país.

Sobre a possibilidade de a Missão Integrada da Paz da ONU país ser encerrada em 2020, o embaixador disse que "a questão está sendo avaliada e estudada".

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