Unicef lança novo apelo para crianças de Rukban, na Síria

Segundo o Unicef, as crianças continuam expostas ao frio e carecem de quase tudo o que precisam para uma infância normal, incluindo cuidados médicos básicos, educação e proteção.
PMA
Segundo o Unicef, as crianças continuam expostas ao frio e carecem de quase tudo o que precisam para uma infância normal, incluindo cuidados médicos básicos, educação e proteção.

Unicef lança novo apelo para crianças de Rukban, na Síria

Ajuda humanitária

Agência lembra que apesar da assistência humanitária da semana passada ainda há muitas necessidades; oito crianças morreram no campo desde dezembro; partes envolvidas no conflito têm a obrigação de encontrar soluções duradouras.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, alerta que as crianças a residir no assentamento improvisado de Rukban, no sul da Síria, junto à fronteira com a Jordânia, estão a viver em condições “absolutamente terríveis.”

A agência saúda a recente grande operação de assistência humanitária na região mas considera que “está longe de ser suficiente.”

Necessidades

Ajuda humanitária sendo entregue na Síria
Ajuda humanitária sendo entregue na Síria.Foto UNICEF

Segundo o Unicef, as crianças continuam expostas ao frio e carecem de quase tudo o que precisam para uma infância normal, incluindo cuidados médicos básicos, educação e proteção. Pelo menos oito crianças morreram em Rukban desde dezembro do ano passado.

Para o diretor regional do Unicef para o Oriente Médio e Norte da África, Geert Cappelaere, “todas as partes envolvidas no conflito têm a obrigação de encontrar soluções duradouras para acabar com os muitos anos de sofrimento destas crianças.”

Solução

O responsável pede também que, caso as partes em conflito não consigam chegar a acordo sobre um plano sustentável para estas crianças, se facilite imediatamente o acesso humanitário sustentado, desimpedido e incondicional, a fim de proporcionar às crianças “o cuidado e apoio de que necessitam urgentemente.”

O Unicef sublinha que o acesso das crianças a serviços de educação e de proteção “nunca deve ser usado para fins políticos.”