Unicef condena morte de duas crianças na Faixa de Gaza

9 fevereiro 2019

Duas crianças, de 13 e 17 anos, foram mortas na sexta-feira neste território; agência da ONU informa que circunstâncias ainda estão sendo investigadas, mas afirma que acontecimento lembra violência gritante enfrentada por meninos e meninas na região.

O Fundo das Nações Unidas para Infância, Unicef, está “profundamente entristecido pelo assassinato de duas crianças de 13 e 17 anos” na sexta-feira na Faixa de Gaza.

Em nota, a agência da ONU diz que “as circunstâncias exatas das mortes estão sendo verificadas.” Com estas mortes,  o número de crianças palestinas mortas este ano chega a quatro.

Violência 

O Unicef afirma que "este é outra lembrança gritante da violência significativa que as crianças” continuam a suportar na região. Lembrando os 30 anos desde a Convenção sobre os Direitos da Criança, a agência afirma que “é essencial que os direitos fundamentais das crianças sejam respeitados.”

O Unicef explica que, durante anos, crianças na Palestina e em Israel “sofreram não apenas fisicamente, mas também o impacto emocional” deste conflito e que "é hora de acabar com a violência.” 

A agência da ONU termina a nota lembrando que "crianças são crianças” e que “devem ser protegidas em todos os momentos.” Para o Unicef,  meninos e meninas “nunca devem ser um alvo” e nunca “devem ser expostas a qualquer forma de violência, por qualquer parte."
 

 

♦ Receba atualizações diretamente no seu email - Assine aqui a newsletter da ONU News
♦ Baixe o aplicativo/aplicação para - iOS ou Android
♦ Assista aos vídeos no Youtube e ouça a rádio no Soundcloud

 

Rastreador de notícias: últimas sobre o tema

Pelo menos 13,5 milhões de crianças foram desalojadas em África

Na véspera da Cimeira da União Africana, Unicef revela novos dados sobre crianças refugiadas, migrantes ou deslocadas no continente; agência pede que Estados-membros resolvam causas desse tipo de movimento.

Exclusiva: “A situação está cada vez mais severa, mais difícil” na Líbia

A portuguesa Maria Ribeiro está à frente da resposta humanitária das Nações Unidas na Líbia; ao nível nacional, a representante está na liderança de um apelo de US$ 202 milhões para ajudar mais de 500 mil líbios.