União Europeia promove Direitos Humanos em feira internacional no Brasil

13 novembro 2018

Evento reuniu mais de 80 países e cerca de 50 mil pessoas em Brasília; entre os participantes estiveram a procuradora-geral da República do Brasil e o coordenador residente do sistema das Nações Unidas.

A União Europeia, UE, promoveu na Feira Internacional das Embaixadas, em Brasília, os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

O evento, que reuniu mais de 80 países e cerca de 50 mil pessoas na capital brasileira, aconteceu no sábado.

Exposição

Da esquerda para a direita, coordenador residente do sistema das Nações Unidas, Niky Fabiancic, encarregada de negócios da UE no país, Claudia Gintersdorfer, e a procuradora-geral da República do Brasil, Raquel Dodge.
Da esquerda para a direita, coordenador residente do sistema das Nações Unidas, Niky Fabiancic, encarregada de negócios da UE no país, Claudia Gintersdorfer, e a procuradora-geral da República do Brasil, Raquel Dodge, by Delegação da União Europeia para o Brasil.

Em nota, a organização explica que o evento beneficia obras de caridade no Distrito Federal com os fundos arrecadados pelas missões com vendas de produtos.

A delegação da UE teve uma exposição temática para promover e proteger os direitos humanos e a democracia. O objetivo era marcar o 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que será celebrado no dia 10 de dezembro. 

Participaram no evento a procuradora-geral da República do Brasil, Raquel Dodge, a encarregada de negócios da UE no país, Claudia Gintersdorfer, e o coordenador residente do sistema das Nações Unidas, Niky Fabiancic, entre outros convidados.

Durante a cerimônia, foi apresentado um painel com ilustrações sobre vários direitos humanos.

Discursos

No seu discurso, a representante da UE destacou o compromisso de defesa da democracia e promoção dos direitos humanos através de vários instrumentos.

O coordenador residente da ONU explicou que "mesmo num momento de tantos antagonismos, a Declaração Universal foi capaz de criar consensus, quebrar barreiras e construir pontes.”

Niky Fabiancic lembrou que o documento serviu de inspiração para muitas constituições em todo o mundo, incluindo a do Brasil, onde estes direitos ficaram consagrados no quinto artigo da Constituição de 1988.

Já a procuradora-geral da República disse que estes direitos “são os objetivos fundamentais da República e que é preciso não apenas admirar a Constituição, mas cumprir ela.”

A delegação europeia também promoveu uma reflexão sobre estes direitos de uma forma didática. Mais de 50 crianças explicaram, através de desenhos, o que a Declaração significa para elas.

 

 

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