Galeria de Fotos: no Mali, soldados de paz ajudam a manter frágil acordo de paz

26 maio 2018

Boinas azuis da ONU foram enviados ao Mali em 2013, após uma rebelião violenta de rebeldes separatistas que tentavam controlar o norte do país, seguido de um golpe de Estado militar.  O foco do mandato da Missão da ONU conhecida como Minusma é ajudar a manter o frágil acordo de paz em apoio às auoridades nacionais e  proteger os civis. 

Confira a galeria de fotos sobre os trabalhos da Minusma:

 

 

A Missão conduz patrulhas para proteger e ganhar a confiança entre os civis que enfrentam ameaças de violência, além de levar estabilidade a áreas remotas do país. Um comboio segue viagem entre Gao e Kidal, no norte do Mali. Foto: Minusma/Sylvain Liechti
Foto: ONU/Sylvain Liechti
A Missão conduz patrulhas para proteger e ganhar a confiança entre os civis que enfrentam ameaças de violência, além de levar estabilidade a áreas remotas do país. Um comboio segue viagem entre Gao e Kidal, no norte do Mali. Foto: Minusma/Sylvain Liechti
Cerca de 15 mil militares, policiais e funcionários civis trabalham na missão. A polícia da ONU, conhecida como Unpol (foto) faz uma patrulha em Timbuktu, no norte do Mali, oferecendo às pessoas da cidade proteção contra ameaças terroroistas e crime organizado.
Foto: ONU/Harandane Dicko
Cerca de 15 mil militares, policiais e funcionários civis trabalham na missão. A polícia da ONU, conhecida como Unpol (foto) faz uma patrulha em Timbuktu, no norte do Mali, oferecendo às pessoas da cidade proteção contra ameaças terroroistas e crime organizado.
A situação de segurança continua extremamente séria. Minas anti-pessoais e outros explosivos já mataram muitos malianos nos úlimos anos. Por isso, a missão faz um trabalho de limpeza de minas como parte de seu mandato para proteger os civis. Aqui, a Companhia de Descarte de Explosivos do Camboja parte para Gao em um avião da ONU.
Foto: ONU/Marco Dormino
A situação de segurança continua extremamente séria. Minas anti-pessoais e outros explosivos já mataram muitos malianos nos úlimos anos. Por isso, a missão faz um trabalho de limpeza de minas como parte de seu mandato para proteger os civis. Aqui, a Companhia de Descarte de Explosivos do Camboja parte para Gao em um avião da ONU.
Soldados de paz trabalham em conjuno com os malianos no país. No vilarejo de Bara, localizado a 85 km da cidade de Gao, integrantes de uma patrulha da Minusma conversam com as pessoas sobre desafios que elas enfrentam. Grupos radicais já assinaram e sequestraram civis.
Foto: ONU/Harandane Dicko
Soldados de paz trabalham em conjuno com os malianos no país. No vilarejo de Bara, localizado a 85 km da cidade de Gao, integrantes de uma patrulha da Minusma conversam com as pessoas sobre desafios que elas enfrentam. Grupos radicais já assinaram e sequestraram civis.
Em um país onde a infraestrutura é pobre, soldados de paz muitas vezes fornecem serviços adicionais. Na fronteira com o Níger, tropas nigerianas ajudam a população local a detectar possíveis casos da febre do Vale Rift, uma doença similar à gripe.
Foto: ONU/Sylvain Liechti
Em um país onde a infraestrutura é pobre, soldados de paz muitas vezes fornecem serviços adicionais. Na fronteira com o Níger, tropas nigerianas ajudam a população local a detectar possíveis casos da febre do Vale Rift, uma doença similar à gripe.
Médicos da ONU do Níger fornecem consultas médicas gratuitas à população em uma clínica em Gao.
Foto: Minusma/Marco Dormino
Médicos da ONU do Níger fornecem consultas médicas gratuitas à população em uma clínica em Gao.
Ser soldado de paz no Mali é uma tarefa perigosa e a missão está sob ameaça constante dos terroristas. Aproximadamente 170 soldados de paz morreram nos últimos cinco anos. O contingente da Guiné marca suas posições no terreno em Kidal, para evitar que os os terroristas bombardeiem um acampameno da Minusma.
Foto: ONU/Sylvain Liechti
Ser soldado de paz no Mali é uma tarefa perigosa e a missão está sob ameaça constante dos terroristas. Aproximadamente 170 soldados de paz morreram nos últimos cinco anos. O contingente da Guiné marca suas posições no terreno em Kidal, para evitar que os os terroristas bombardeiem um acampameno da Minusma.

 

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