ONU cria força-tarefa para tratar casos de assédio sexual na organização
BR

22 dezembro 2017

Decisão do secretário-geral António Guterres vai de acordo com a política de tolerância zero para esse tipo de comportamento; grupo irá verificar como estão sendo investigadas as alegações e que tipo de proteção as vítimas recebem.

Decisão do secretário-geral António Guterres vai de acordo com a política de tolerância zero para esse tipo de comportamento; grupo irá verificar como estão sendo investigadas as alegações e que tipo de proteção as vítimas recebem.

Leda Letra, da ONU News em Nova Iorque.

O secretário-geral da Nações Unidas, António Guterres, decidiu montar um grupo de trabalho para tratar de casos de assédio sexual dentro da organização.

Segundo seu porta-voz, a recente “onda de relatos de assédio sexual no ambiente de trabalho de várias instituições mostra o quão sutil é essa forma de violência e de discriminação”.

Guterres tem uma política de tolerância zero a esse tipo de comportamento e quer garantir “máxima atenção e reforçar ações dentro do sistema ONU”. Em novembro, o secretário-geral já havia declarado que tratar os casos de assédio sexual é uma preocupação crescente da comunidade internacional.

Vítimas

A força-tarefa que acaba de ser criada será liderada pela subsecretária-geral de Gestão da ONU, Jan Beagle. O grupo irá rever políticas sobre tratamento e prevenção de casos e irá checar a capacidade da organização em investigar as alegações, além de verificar que tipo de apoio e de proteção é dado às vítimas.

O grupo de trabalho tem a missão de apresentar ao secretário-geral um relatório sobre o assunto na primavera de 2018.

 

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