Portugal busca parceria com China para centro de tecnologias combinadas
BR

7 novembro 2017

Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior apresentou proposta durante Encontro de Alto Nível, realizado, na semana passada, na sede da ONU; segundo Manuel Heitor, colaboração ocorreria na área da rota da seda verde, levada a cabo pelo país asiático.

Monica Grayley, da ONU News em Nova Iorque.

Portugal está buscando uma parceria com a China para juntar forças em uma iniciativa de pesquisa de tecnologias combinadas. O objetivo é associar-se ao projeto chinês sobre a rota da seda verde.

Em entrevista à ONU News, na semana passada, o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, de Portugal, Manuel Heitor, explicou que a proposta envolve o Centro de Investigação do Atlântico Sul, localizado nos Açores.

Aliança

Participam do Centro além de Portugal: Angola, Brasil, Cabo Verde, Argentina, Uruguai, África do Sul, Nigéria, Espanha e Reino Unido.

“É verdade que Portugal desenvolveu uma capacidade inédita, nos últimos anos. Desenvolvemos uma rede internacional no Atlântico. Aquela que chamamos, o Centro Internacional de Investigação do Atlântico da forma a integrar tecnologias espaciais, tecnologias oceânicas e tecnologias energéticas. De forma a podermos criar uma aliança para o desenvolvimento de certas tecnologias, gerar certamente uma sociedade mais sustentável, com melhores empregos também nos países que têm sistematicamente ficado nas margens deste desenvolvimento científico.”

Futuro

De acordo com Manuel Heitor, uma junção de forças ajudaria a avançar a plataforma do uso de tecnologias combinadas a favor de um desenvolvimento mais sustentável.

“E a China pode ser aqui um player muito importante, e efetivamente fazermos um esforço coletivo de, em conjunto desenvolvermos e ligarmos a chamada, Rota da Seda Verde, com o esforço que está a ser feito no Atlântico de uma forma que melhor saibamos usar no futuro as interconexões energéticas para uma sociedade mais sustentável.”

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal, Manuel Heitor, também afirmou que para que a Agenda 2030 seja cumprida, os governos precisarão investir mais na área de ciência e tecnologia visando o desenvolvimento.

 

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