ONU quer ação de líderes femininas para garantir oportunidades na RD Congo

25 julho 2017

Vice-secretária-geral diz que ação na Agenda 2030 deve responder aspirações dos congoleses; visita abordou processo eleitoral e  apoio da ONU ao país para abordar desafios de transição.

Eleutério Guevane, da ONU News em Nova Iorque.

A vice-secretária-geral das Nações Unidas defendeu esta terça-feira que as lideranças femininas devem ser envolvidas na busca de oportunidades para a República Democrática do Congo, RD Congo.

Amina Mohammed assegurou a jornalistas, em Kinshasa, que a organização quer envolver as várias partes do país no diálogo, aproximando  a realidade atual às aspirações dos congoleses.

Nova Narrativa

A vice-chefe da ONU destacou que, hoje, a República Democrática do Congo é assolada por muitos desafios e que a visita  quer promover o envolvimento de líderes femininas na procura de oportunidades para resolver essas questões.

A representante disse também que deve ser mudada a narrativa de vítimas para sobreviventes e que se vá ao encontro das aspirações dos congoleses dentro da agenda. Ela lembrou que pela frente estão 13 anos para cumprir as novas metas de desenvolvimento sustentável cuja implementação começou em 2016.

A comitiva que inclui a chefe da ONU Mulheres e a representante do secretário-geral sobre a Violência e Conflito reúne-se com o presidente Joseph Kabila após negociações com o vice-primeiro-ministro congolês, Léonard She Okitundu.

Violência

A agenda da representante da ONU na RD Congo inclui promover ações para acabar com a violência no país em especial à mulher e às crianças.

A responsável disse que além de estimular a participação feminina no atual processo eleitoral, as Nações Unidas devem continuar a apoiar o país africano nos desafios de transição.

 

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