Para especialista cabo-verdiana é hora de África mostrar ao mundo o que faz

5 junho 2017

Presidente do Instituto Cabo-Verdiano para Igualdade e Equidade de Género diz à ONU News que continente tem muita riqueza e produção e que é preciso aprender a comunicar este facto de forma positiva.

Monica Grayley, ONU News em Nova Iorque.*

África precisa mostrar ao mundo as atividades positivas que realiza e para isso vai precisar de uma boa comunicação e de jovens. A receita é de uma especialista em comunicação e agora presidente do Instituto Cabo-Verdiano para Igualdade e Equidade de Género.

Rosana Almeida falou à ONU News durante visita à sede da ONU, em Nova Iorque, para participar do lançamento da Rede de Mulheres Líderes Africanas.

Empoderar África

“Há experiências boas. Há coisas bonitas que África faz. E essas coisas raramente passam ou são partilhadas por outros países. É preciso trazer jovens para falar da África porque a África também é positiva. E nós precisamos saber comunicar, como comunicar a África para fora. E segundo, saber o que vamos fazer para tirar o  máximo proveito, empoderar a África.”

A plataforma pretende impulsar a Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável e a Agenda 2063, uma proposta pan-africana.

A iniciativa da Rede foi organizada pela ONU Mulheres e pela União Africana, e conta com o apoio do governo da Alemanha.

Ao todo participaram cerca de 80 líderes africanas incluindo a ex-primeira-ministra de Moçambique, Luisa Diogo.

A diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, afirmou que a iniciativa pode realmente mudar a vida de meninas e mulheres e evitar conflitos além de promover crescimento económico e inclusivo.

*Apresentação: Denise Costa.

 

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