Diáspora de Cabo Verde ajuda a manter vivas tradições do país no exterior

4 maio 2017

Em entrevista à ONU News, embaixador do país nas Nações Unidas afirmou que grupo ajuda a conservar e promover a cultura, a gastronomia e o crioulo, a língua cabo-verdiana, ao lado do português.

Monica Grayley, da ONU News em Nova Iorque.

Um país com uma diáspora viva e que ajuda a manter suas tradições no exterior. Esta é uma das características de Cabo Verde, segundo o embaixador cabo-verdiano nas Nações Unidas, José Luís Rocha.

Nesta entrevista à ONU News, o chefe da Missão Permanente de Cabo Verde na sede da organização, em Nova Iorque, afirmou que os cabo-verdianos, onde quer que estejam, se adaptam bem às culturas locais sem perder a aproximação e identidade com suas tradições.

Laços

O diplomata descreveu as diásporas como a 11ª. ilha ao se referir a esta parte do país que pode viver longe, mas saber conservar os laços com a terra natal.

“Nestas diferentes geopolíticas do mundo. Da mesma forma que o cabo-verdiano se refere à morna, à cachupa, se refere às coisas vividas ou transmitidas pelos pais, que são as referências culturais, as referências a lugares. Tudo isso é que forma o cabo-verdiano. Esta representação e esta referência comum à língua, à gastronomia e as várias dimensões da expressão cultural crioula.”

Estados Unidos

Além da língua portuguesa, oficial em Cabo Verde, o país fala o crioulo, considerado o idioma nacional de todos os cabo-verdianos.

De acordo com o embaixador, que foi representante de seu país em Washington, nos Estados Unidos, os cidadãos da diáspora costumam se comunicar em crioulo e na língua de cada país. Grande parte dos cabo-verdianos no exterior, vive nos Estados Unidos, seguido da Europa e do resto do mundo.

 

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