Entrevista: Brasil, Moçambique, Portugal e Acordo de Facilitação de Comércio

22 fevereiro 2017

Roelf Traeger é economista-chefe da Conferência da ONU para o Desenvolvimento e Comércio, Unctad, para os Países Menos Avançados e fala do Acordo de Facilitação de Comércio que entrou em vigor este 22 de fevereiro.

O especialista destaca a importância do tratado já ratificado por 112 países-membros da Organização Mundial do Comércio  “em momento de dificuldades e incertezas na economia internacional”.

No grupo de nações estão Brasil, Moçambique e Portugal, usados por Traeger como exemplos para explicar as vantagens de implementar o acordo. Portugal é abrangido pelo tratado como Estado-membro da União Europeia.

Para economias como o Brasil, o tratado pode significar “a facilitação de operações, a desburocratização e a redução de custos de comercio internacional”.

Já em nações menos desenvolvidas, que incluem Moçambique, “os custos de implementação do acordo são maiores”.

Traeger defende que “como forma de atrair os países mais avançados, o tratado prevê uma série de flexibilidades e prazos de implementação mais longos com modalidades bem mais flexíveis”.

Acompanhe a conversa com Eleutério Guevane.

Duração: 07'10"

 

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