OMS alerta para serviços de saúde destruídos no nordeste da Nigéria

14 dezembro 2016

Relatório lançado esta quarta-feira destaca formação de profissionais para atuarem em áreas com problemas de segurança; mais de 6 milhões de pessoas devem precisar de cuidados em 2017.

Laura Gelbert, da ONU News em Nova Iorque.*

Na Nigéria, um terço das mais de 700 instalações de saúde estão completamente destruídas no estado nordestino de Borno, segundo a Organização Mundial da Saúde, OMS.

De acordo com um relatório lançado pela agência, em Genebra, um terço dos estabelecimentos sanitários que restam não funciona.

Resposta

A agência apoia o governo na distribuição de material de saúde essencial. As outras atividades incluem reunir e analisar informações fundamentais sobre o setor enquanto é preparada a resposta a surtos de doenças.

A forte presença garantida pela agência nas comunidades deveu-se ao programa de vacinação contra a pólio que estabeleceu profissionais de saúde treinados para trabalhar em áreas de alta insegurança.

As Nações Unidas e os seus parceiros estimam que sejam necessários US$ 94 milhões para a oferta de serviços de saúde a 6 milhões de pessoas no próximo ano na maior crise humanitária africana. Mais de metade são crianças.

Serviços

Os técnicos treinados pela OMS podem registar dados essenciais no sistema da clínica ou hospital onde trabalham. O trabalho inclui o tipo de serviços e recursos que a instalação poderá fornecer

Espera-se que o registo ajude a conhecer as competências dos trabalhadores de saúde, o tipo de serviços, equipamentos e medicamentos disponíveis bem como os meios recebidos de parceiros externos.

Com o grupo de dados atualizados regularmente espera-se que haja melhorias no controlo ou falhas nos serviços.

* Apresentação: Eleutério Guevane.

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