Conselho de Segurança debate não proliferação e programa nuclear do Irã
BR

18 julho 2016

Subsecretário-geral da ONU para Assuntos Políticos, Jeffrey Feltman, falou sobre a implementação da resolução 2231, adotada em 20 de julho de 2015; documento endossou o Plano de Ação Conjunto Integrado sobre o programa nuclear iraniano.

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas se reúne nesta segunda-feira para discutir a questão de não proliferação.

O subsecretário-geral da ONU para Assuntos Políticos, Jeffrey Feltman falou sobre a implementação da resolução 2231, adotada em 20 de julho de 2015. O documento endossou o Plano de Ação Conjunto Integrado sobre o programa nuclear iraniano.

Diplomacia

Para Feltman, “esta resolução, incluindo o acordo histórico que aborda, se destaca como um sinal de realização na história do Conselho”.

Ele afirmou que através de “diplomacia e negociações, China, Estados Unidos, França, Reino Unido, Rússia, com o apoio da União Europeia, e Irã, abordaram uma das questões de paz e segurança mais prementes na agenda do Conselho de Segurança na última década”.

Natureza Pacífica

Segundo o subsecretário-geral, plenamente implementado, o Plano de Ação vai “reforçar normas globais de não proliferação e garantir à comunidade internacional a natureza exclusivamente pacífica do programa nuclear iraniano.”

Ele afirmou que, “através do levantamento de sanções”, o plano também vai realizar as esperanças e aspirações do povo iraniano de “se reconectar à economia global e à comunidade internacional”.

Desafios

Feltman falou ao Conselho de Segurança sobre o primeiro relatório do secretário-geral sobre a implementação da resolução 2231.

Ele citou que, como mencionado pelo secretário-geral no documento, “desafios de implementação existem para qualquer acordo, ainda mais um tão abrangente e complexo como o Plano de Ação Conjunto Integrado”.

Segundo Feltman, o secretário-geral pediu a “todos os participantes que mantenham o curso, implementem plenamente todos os aspectos deste acordo histórico e trabalhem através dos desafios, em um espírito de cooperação, acordo, boa fé e reciprocidade”.

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