OIM lembra líderes africanos sobre respeito à liberdade de movimento

6 maio 2016

Chefe da Organização Internacional para Migrações diz que mobilidade humana é aspecto integral do mundo globalizado; em cimeira na Zâmbia, William Lacy Swing pede remoção de barreiras à migração, realidade que precisa ser tratada.

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O diretor da Organização Internacional para Migrações, OIM, está a fazer um alerta aos líderes das nações africanas. Segundo William Lacy Swing, “chegou a hora de remover barreiras à mobilidade humana e permitir que África seja beneficiada do movimento de pessoas”.

O chefe da entidade, parceira da ONU, falava num fórum sobre migração na Zâmbia. Swing lembra que a “migração não é um problema a ser resolvido, mas sim uma realidade a ser tratada”, que pode ser benéfica, necessária e até desejável.

2063

O diretor da OIM pede aos países africanos para ratificarem e implementarem protocolos sobre o livre movimento de pessoas. Essa é uma maneira de tornar realidade a Agenda 2063, um conjunto de propostas que visam a transformação socio-económica do continente.

William Lacy Swing vê a mobilidade de pessoas como um aspecto integral do mundo globalizado. E ressaltou que os governos africanos necessitam administrar esse movimento de pessoas, factor-chave para a transformação de África nas próximas décadas.

O diretor da OIM notou, entretanto, alguns progressos para facilitar o movimento de pessoas nas fronteiras, realizados especialmente pela Comunidade Económica dos Países de África Ocidental e pela Comunidade do Leste Africano.

 

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