Terremotos no Equador e no Japão matam mais de 280
BR

18 abril 2016

Secretário-geral expressou pêsames aos governos por causa das mortes ocorridas devido aos terremotos; Ban Ki-moon mandou equipe para o Equador e está pronto para ajudar Japão se o país solicitar.

Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, expressou condolências ao povo e ao governo do Equador pelas mortes ocorridas durante o terremoto que atingiu o país neste sábado.

A tragédia deixou muitos feridos e causou destruição nas regiões centrais. Ban elogiou as autoridades equatorianas pelos esforços de salvamento e de ajuda às áreas atingidas pelo desastre natural.

Apoio

A ONU já enviou uma equipe da coordenação de avaliação de desastre para a região e tanto as Nações Unidas como os parceiros estão prontos para enviar qualquer tipo de apoio.

O Escritório da ONU de Assistência Humanitária, Ocha, afirmou que pelo menos 246 pessoas morreram, mais de 2,5 mil ficaram feridas, 370 edifícios foram destruídos e mais de 150 ficaram danificados.

O governo equatoriano decretou “Estado de emergência” em seis províncias. A localidade de Pedernales, em Manabí, com 55 mil habitantes, foi declarada “área de desastre”.

O chefe do Ocha, Stephen O’Brien, lamentou a tragédia e ofereceu o apoio da ONU e de seus parceiros na região.

Crianças

O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, enviou esta segunda-feira 20 mil tabletes de purificação da água para Pedernales, a área mais atingida pelo terremoto.

Uma equipe da agência já está na região avaliando o impacto do tremor sobre as crianças.

O Unicef disse que vai precisar de US$ 1 milhão, o equivalente a R$ 3,5 milhões, para cobrir os gastos com as necessidades imediatas das crianças equatorianas.

Japão

O secretário-geral da ONU também enviou pêsames ao governo do Japão por causa dos dois terremotos que atingiram o país, em particular a província de Kumamoto, nos dias 14 e 16 de abril.

Mais de 40 pessoas morreram e mais de 110 mil ficaram desabrigadas. Ban elogiou a rápida ação do governo japonês e de organizações da sociedade civil para ajudar os necessitados.

O chefe da ONU disse que a organização está pronta para prestar qualquer tipo de assistência caso o governo solicite.

 

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