Ébola: OIM participa de vigilância de saúde pública na Guiné Conacri

27 outubro 2015

Ações decorreram após novo caso em aldeia do país da África ocidental; objetivo das ações é evitar potencial propagação do vírus, após a morte de uma mulher de 35 anos.

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova Iorque

A Organização Internacional para Migrações, OIM, participou de ações para evitar uma potencial propagação do vírus do ébola, após a morte de uma mulher de 35 anos em Kindoyah, próximo à aldeia de Tana, na Guiné Conacri.

As intervenções foram implementadas como parte da resposta liderada pelo Centro Municipal de Operações de Emergência de Forécariah, sob os auspícios do Centro Nacional, da Organização Mundial da Saúde, OMS, do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, do Programa Mundial de Alimentação, PMA, e outros parceiros.

Monitoramento

Dois dias após o relato da morte, o governo guineense pediu à agência parceira da ONU que instalasse um novo ponto de rastreio de saúde na principal porta de entrada de Tana.

Dois agentes da OIM foram treinados e enviados ao local para garantir o rastreamento e monitoramento do movimento da população.

Comercialização e Prevenção

Além disso, a agência vai participar em ações diárias de porta a ponta para fazer o rastreamento médico e consciencializar as pessoas sobre a prevenção ao ébola.

De acordo com protocolos do governo, pede-se que a população a viver dentro da zona de observação reduza seus movimentos por 21 dias. Este tempo corresponde ao período de incubação do vírus do ébola.

A intenção é que as pessoas recebam acompanhamento médico que inclui verificação da temperatura duas vezes por dia e sensibilização para garantir uma deteção precoce de casos suspeitos e evitar transmissão.

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