No Twitter do Unicef, africanas partilham histórias sobre casamento infantil

16 junho 2015

Dia da Criança Africana é celebrado este 16 de junho; cinco jovens ativistas do Chade, Níger, Serra Leoa, Somália e Uganda falam sobre o casamento precoce na plataforma social da agência da ONU, com 4 milhões de seguidores.

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova Iorque. 

O Dia da Criança Africana é celebrado esta terça-feira, 16 de junho, e o Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, está a chamar a atenção para o problema do casamento infantil.

No mundo, mais de 700 milhões de mulheres foram obrigadas a casar quando eram crianças, sendo que uma entre três foi forçada ao matrimónio antes dos 15 anos de idade.

Índices

A África Subsaariana tem um dos índices mais altos de casamento infantil do mundo, com 40% das raparigas já casadas ao completarem 18 anos. O Unicef lembra que o casamento precoce “rouba das meninas seu direito à infância”, além de marcar suas vidas para sempre.

As jovens noivas muitas vezes abandonam a escola e têm mais risco de morrer durante complicações da gravidez, além do risco de enfrentarem violência, exploração e abusos.

Futuro

No Dia da Criança Africana, o Unicef convidou cinco jovens africanas a partilharem suas experiências sobre o casamento infantil. No Twitter do Unicef, as ativistas do Chade, Níger, Serra Leoa, Somália e Uganda contam suas histórias.

A plataforma de mídia social da agência da ONU tem 4 milhões de seguidores no mundo todo. A jovem chadiana Mariam, de 31 anos, contou ao Unicef que espera contribuir para o fim do casamento infantil em África. Mariam também foi obrigada a casar ainda menina e por isso espera que sua filha e outras jovens tenham um futuro diferente.

Conheça os relatos no Twitter do Unicef: https://twitter.com/unicef

 

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